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Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

LINGUÍSTICA - Sistemas de Escrita Mesoamericanos

Fonte: ancientscripts.com

Lawrence Lo

Tradutor: Elson C. Ferreira
Curitiba/Brasil – Maio/2011

Se estendendo dos desertos do note do México para as florestas tropicais secas do noroeste da Costa Rica, Mesoamérica é uma área de diversidade geográfica e étnica que incluía centenas de culturas unidas pelas similaridades na religião, arte, lingual, e organização sociopolítica. Algumas das culturas mesoamericanas familiar incluem os astecas, os maias, e os olmecas, grupos menos divulgados tais como os zapotecas, teotihuacanos, mixtecas e tarascos adicionados na mistura.
Entre um dos traços culturais comuns encontrados em muitos grupos mesoamericanos é a escrita. De fato, a Mesoamérica é o único lugar nas Américas onde o sistema de escrita dos indígenas foram inventados e usados antes da colonização européia. Enquanto os tipos de sistema de escrita na Mesoamérica atingem do minimalista "figura-escrita" ao complexo sistema logofonético capaz de gravar fala e literatura, eles todos compartilham alguns dos principais recursos que fazem eles visualmente e funcionalmente distinguirem de outros sistemas de escrita do mundo.

Características comuns dos 
sistemas de escrita Mesoamericana

A mais distinguível característica de todas as escritas mesoamericanas é a forma altamente complexa e pictórica de signos. Eles são várias vezes chamadas de “hieróglifos” em analogia aos hieróglifos egípcios desde que os seus símbolos sejam altamente pictóricos. Por essa razão, um signo de uma escrita mesoamericana é várias vezes chamada de um “grifo”, como uma curta forma de um "hieróglifo". Visualmente, as escritas mesoamericanas se assemelham, e compartilham muitos grifos parecidos. Isto é principalmente devido ao fato que muitos grifos mesoamericanos carregam semelhança aos objetos real tais como animais, pessoas, características naturais, etc., embora de uma forma estilizada. Várias vezes animais e humanos aparecem como "retratos" em que somente a cabeça dessas criaturas é desenhada, mas em poucos casos grifos os de "corpo inteiro" são também usados. Partes do corpo humano, especialmente braços e pernas, são também usados extensivamente para denotar ação, ou verbos se usados como estruturas gramaticais. Outras vezes grifos aparecem como formas geométricas complexas como círculos, retângulos, hachuras cruzadas, etc.


Como mostram esses exemplos, grifos mesoamericanas são mais como pinturas que as escritas alfabéticas do ocidente. Na verdade, muitas vezes, a linha entre a escrita e a arte visual desfoca. Grifos ou elementos gríficos que parece, por exemplo, dentro da touca do retrato de um imperador para indicar o seu nome, ou vice-versa, o nome do governante seria "escrito" por representações artísticas das palavras que compõem seu nome.
Os mais “integrados” exemplos seriam os manuscritos astecas e os mistecas onde os nomes dos lugares e das pessoas muitas vezes eram direcionados desenhos de suas pinturas de si mesmas. A escrita de teotihuacanos é também integrada aos seus murais que só recentemente que os arqueólogos têm percebido que havia um sistema de escrita em Teotihuacan.

Outra característica encontrada em todos os sistemas mesoamericanos é um sistema numérico comum. No nível básico, todas as escritas mesoamericanas scripts empregam a notação de barras e pontos, onde um ponto representava um valor de "um" e uma barra representava "cinco".


Em alguns casos, tais como os manuscritos mistecas e astecas, somente pontos eram utilizados, mas nos monumentos misteca e astecas as barras são muito bem usadas.

A notação barra-e-ponto é usada para escrever números menos do que vinte. Para quantidades maiores do que vinte, diferentes métodos são usadas para diferentes sistemas. Os astecas, por exemplo, usava símbolos especiais tal como uma bandeira que representa 20, uma pena que representa 400, e um saco de incenso que representa 8000. Para construir o número 946, você poderia desenhar duas penas (2 x 400 = 800), sete bandeiras (7 x 20 = 140), e seis pontos (6 x 1 = 6), a soma das quais (800 + 140 + 6) é 946.

O povo Maia, por outro lado, tinha a maneira mais complexa de se fazer as coisas. Os maias também tinham um signo especial para o vinte na forma de uma meia lua, mas para escrever números maiores eles usavam a notação posicional, apenas como o nosso moderno “algarismos arábicos”. No sistema posicional, cada dígito é multiplicado por algum expoente da base. Assim por exemplo, no sistema moderno decimal dígitos podem alcançar de 0 a 9, e cada dígito é multiplicado por um expoente na base 10. Seguindo esse conceito, o número 5209 pode ser expresso como uma soma de números: 5209 = 5 x 103 + 2 x 102 + 0 x 101 + 9 x 100. Em comparação, no sistema vigesimal tal como a dos maias, "dígitos" podem ir de 0 a 19, e cada "dígito" é multiplicado por um expoente na base de 20. No entanto, cada "dígito" é atualmente um número na notação barra-e-ponto, mais um símbolo pela quantidade zero na forma de uma concha estilizada. Por exemplo, a quantidade 5209 poderia ser representada como:
 h
ttp://www.ancientscripts.com/images/ma_ws_maya_num.gif
Com um expressivo sistema numérico, Não foi por acaso que para manter calendários era uma arte tão complexa na antiga Mesoamérica. Elaborar calendários foi inventado por diferentes povos, Mas no âmago, existem dois ciclos de tempo intertravado mantidos por todas as culturas mesoamericanas. Eles estão no calendário solar de 365 dias, e 260 dias do calendário sagrado. Como o seu nome implica, o calendário de 365 dias é baseado nos movimentos da Terra em volta do Sol, e dividido em 18 “meses” de 20 dias, com um período de 5 dias no fim que era considerado perigoso e mal. Em outras palavras, os 260 dias do calendário sagrado não correspondem a nenhum ciclo astronômico, mas, de acordo com a moderna Quiché Maia, o guardião do dia, representa o período gestacional do feto humano. Diferentemente do calendário solar, o calendário sagrado não tem conceito de mês, mas consistem de dois paralelos e intertravados ciclos de dias. O primeiro ciclo consiste de 20 nomeados "signos do dia", considerando que o Segundo ciclo consiste de 13 "coeficientes do dia". Um dia é assim identificado por um símbolo e um coeficiente. Quando um calendário sagrado move em frente por um dia, tanto o signo e os coeficientes são avançados.

Um exemplo pode estar no modo de ilustrar melhor este calendário interessante. Vamos dizer que o nosso signo de dias sejam os primeiras 20 letras no alfabeto português, com os nomes A, B, C, D, e assim por diante, até T, e o nosso coeficientes estejam de 1 a 13. Se hoje é A-1, então amanhã será B-2, seguidos de C-3, e assim por diante. Quando nós conseguimos a M-13, na qual pontos nós temos esgotado todos os coeficientes, nós mudamos o ciclo dos coeficientes de volta para 1 e, portanto, o dia depois de M-13 é N-1. E quando nós tivermos exaurido todos os signos, no dia T-7, nós reciclamos o signo de volta para A, então no dia depois de T-7 é A-8. Quando ambos os signos e coeficientes tiverem exauridos (assim que A-1 reaparece), 260 dias já se passaram.

Os ciclos interligados podem ser visualizados na seguinte visualização em flash:

Interpolando esses calendários solar e sagrado, os mesoamericanos criaram um ciclo de tempo de 52 anos, chamado calendário redondo. Esta é a maior unidade de tempo pela maioria das culturas mesoamericanas, e, portanto eventos históricos foram várias vezes gravadas em termos de datas que estão gravadas no calendário redondo.

Havia outros ciclos que os mesoamericanos mantinham. Um exemplo é a trezena, Da qual que são ciclos de 13 dias dentro do calendário sagrado. A civilização maia também localizou o movimento do planeta Venus pelo céu da noite e computou um ciclo de 584 dias, da qual é o tempo em que a Terra se alinha com o Venus em relação ao Sol.

A civilização maia e os epi olmecas também usavam um ciclo maior tempo em Mesoamérica chamado de Longa Contagem, um calendário consiste de 5 coeficientes e capaz de gravar uma data exata em um ciclo de 5000 anos. A Longa Contagem por tantos os maias quantos os epi olmecas começaram em o que é equivalente a 3113 antes de Cristo, da qual é considerado (pelo menos pelos maias) como o início da atual criação. No usual sistema de 5 coeficientes, a longa contagem termina em 2012 depois de Cristo, e muitos têm clamado como "o fim do mundo" pelos maias. No entanto, existe uma evidência que existem 19 coeficientes na Longa Contagem, dando mais “tempo” do que a idade máxima estimada do universo computado pelos astrofísicos!

Iconografia – Precursores da Escrita

Diferentemente de outras partes do mundo, a escrita na Mesoamárica não começou como um relato de ascendência, mas tinha propósitos religiosos, políticos e históricos. Fazia com que aqueles que possuíam e alavancava o conhecimento da escrita como um grupo de status social maior do que o povo em geral, e, portanto reforçaram o clamor do governo da elite ao poder.

Uma das primeiras culturas complexas urbanas a aparecer na Mesoamérica foram os Olmecas, cujas aldeias e cidades surgiram na região tropical, regiões ribeirinhas de Vera cruz e os estados de Tabasco. Durante o começo e a metade do período pré-clássico (1500 a 300 A.C.) na Mesoamérica, os olmecas retratavam seus governantes em monumentos gigantes na forma de cabeças humanas. Enquanto as características faciais dessas colossais cabeças olmecas são genéricas e similares, eles estão longe de serem anônimos. Cada cabeça veste um "capacete", da qual contem decorações que são diferentes de uma cabeça para outra.

Essas decorações podem representar algum aspecto da identidade dos governantes, Seja um nome, um símbolo heráldico, ou um título. Em essência, isso pode ser uma antiga forma de codificação de nome, achado em muitos textos durante toda a história da Mesoamérica.


Cabeça olmeca 1, La Venta. Observe o padrão de seu "capacete"

De fato, havia um sistema altamente elaborado e convercional que aparecia no pré-clássico durante toda a Mesoamérica. Isso significa que os símbolos são esculpidos, diz, Oaxaca, poderia ser interpretado por uma conhecível pessoa (talvez um chefe ou um shamã) na Costa do Golfo ou em Morelos. Enquanto os arqueologistas uma vez concordaram com essa uniformidade de símbolos e ícones como um produto da influência olmeca (cultural, político, militar, ou alguma combinação dessas), agora existe mais de uma opinião que os olmecas eram apenas um de muitos povos avançados durante o período pré-clássico e então muito diferentes culturas têm deixado ao desenvolvimento desses sistemas de símbolos.

Uma vez um conjunto de símbolos convencionalizados com significados específicos tornaram-se estabelecidos, justaposição de tais poderiam transmitir idéias mais complicadas. Por exemplo, considere isso:


Socorro 1 de Chalcatzingo, retratando o governante 
sentado ao lado da boca do jacaré.

Esse Socorro transmite a ideia que uma pessoa, provavelmente o governante ou o chefe, tem acesso aos poderes naturais tais como as nuvens, chuva, vento, e o crescimento das plantas. Essencialmente, essa escultura indica que o direito do governante de governar é justificado, e nada a mais, pelo poder de controlar a fertilidade das culturas.

Enquanto um rico número de ícones formou partes de obras de arte, eles tendiam a estarem isolados com respeito a um ao outro. Isso significa que a ordem na qual os ícones são lidos não interessa. Isso começou a mudar, no entanto, em alguns pequenos objetos de escala. A cerimônia celta começou a mover a frente colocando esses símbolos juntos para dar uma seqüência de idéias.

Poe exemplo, o Celta Humboldt, acreditava ter sido esculpido por volta de 900 A.C., mostrando vários grupos de símbolos provavelmente trabalhados para transmitir algum tipo de mensagem. A interpretação por John Justeson indica que os celtas provavelmente serviram em uma saudação formal de um governante de um lugar para o outro, desde que o grupo que retrata dois braços tocando é um típico gesto Mesoamericano de saudação, e o grupo que retrata uma mão com o milho expresso representa uma cerimônia fazendo ocasiões especiais.


Muitos ícones certamente devem ter se tornados grifos em sistema de escrita mais tarde, mas até agora poucos foram estudadas. Você pode ler sobre um, chamado o símbolo Lazy-S, de um papel chamado O Lazy-S: Período Formativo do Empréstimo Iconográfico da Escrita Hieroglífica Maia.


Nenhuma dúvida que os primeiros componentes do sistema da escrita mesoamericana a se desenvolver deve ter sido o número de sistemas e o calendário. O mais antigo exemplo de escrita entre as diferentes culturas mesoamericanas já exibia números em barra-e-ponto e datas do calendário sagrado. Isso sugere que esses dois poderia ter se desenvolvido muito antes da escrita.

Por causa das similaridades entra várias escritas mesoamericanas, houve uma grande noção de que havia um sistema de escrita, inventado pelos olmecas, que precede todos os escritos historicamente atestados e foi o progenitor de todas as escritas subsequentes  No entanto, que parcos exemplos desse sistema de escritas olmecas existe somente em coleções privadas e nenhum exemplo hem sido achado em contextos arqueológicos, então não pode ser seguramente datado e mostrado para ser feito durante a florescência da cultura olmeca.
Essa situação mudou com várias recentes descobertas. Em 2002, escavações arqueológicas conduzidos por Mary Pohl no lugar olmeca de San Andrés descobriram um selo cilíndrico e dos fragmentos de uma praça de pedra verde, ambas das quais carregavam possíveis signos de um sistema de escrita. Esses itens eram arqueologicamente datados em aproximadamente 650 A.C., fazendo os alguns dos antigos exemplos de escrita mesoamericana.



O interesse é do selo cilíndrico, como tem o desenho de um pássaro com um "funil" emanando de sua boca e terminando em uma seqüência de símbolos abstratos. O funil provavelmente representa o ato de falar, e então os símbolos do lado direito sejam o que o pássaro está dizendo. A maioria das seqüências não pode ser decifrada, mas é possível que os três pontos e o signo da "face sorrindo" poderiam formar um componente calendário, interpretado por Pohl e os colegas como parece à data Maia "3 Ahaw".

Mais impressivamente, em 2006, o bloco de Cascajal veio para a atenção do público. O pequeno tablete de pedra está inscrito com 62 signos, da qual enquanto indecifrado faz carregar significante similaridade aos conhecidos ícones usados freqüentemente na arte Olmeca. Em outras palavras, o bloco de Cascajal poderia muito bem ser um exemplo de sistema de escrita Olmeca.


O bloco de Cascajal foi descoberta em uma pedreira que acabou por ser um sítio arqueológico, então o seu original contexto arqueológico foi perturbado. No entanto, durante a examinação de seu ambiente e de sua iconografia, havia concluído se datava entre 1000 e 800 A.C.. Enquanto não como seguramente datava como o selo de San Andrés e de fragmentos de cerâmica, o bloco de Cascajal é, não obstante, considerado o mais antigo texto na Mesoamérica.

Por causa da quantidade de parcas de inscrições no bloco de Cascajal, não pode ser decifrado. Somente durante a descoberta de mais textos nesse sistema de escrita que se pode começar uma investigação, e esperançosamente conduzir ao melhor entendimento do mais antigo sistema de escrita no Novo Mundo.

Sistemas de Escrita

Começando no ultimo pré-clássico, ampla evidência de que a escrita apareceu em múltiplos lugares na mesoamérica. Os principais sistemas nesse tempo eram os        Zapoteca Epi-Olmeca, e o Maia. Pelo clássico (300 a 900 D.C.) e Pós-Clássico (900 a 1500 D.C.), mais sistemas aparecem, a maioria provavelmente inspirado ou derivado dos zapotecas. Esses são os Teotihuacano, Nuiñe, Xochicalco, Mixteca, Mixteca-Puebla, e Asteca. Assim durante que a escrita foi difundida na Mesoamérica e muitas culturas tinham seus próprios escritos, é geralmente aceitado que todo o sistema de escrita Mesoamericana pode ser dividido em dois grupos: Do Sudeste e Ouxaca.

Grupo do Sudeste

O grupo do Sudeste é apropriadamente nomeado por star situado na parte sudoeste da Mesoamérica. Esse grupo consiste de dos escritos, o Maia e o epi olmeca. Eles compartilham comuns características, tais como um conjunto de signos de fonética que representa todos os possíveis sons na linguagem, o uso da longa Contagem, e longas passagens de texto que mais ou menos representa unidades lingüísticas (nomes, verbos, etc.) e construções (frases, sentenças, etc.).

A escrita Maia é, sem dúvida, o sistema de escrita mais duradoura da Mesoamérica, durando cerca de 2000 anos do Último Pré-clássico (300 A.C.) à queda do ultimo reino Maia independente (1697 D.C). Sua mais distintiva característica são os blocos de grifos quadráticos (que atualmente contém um dos cinco diferentes grifos) e a dupla coluna do leiaute do texto (da qual resulta a leitura da ordem ziguezague que começa no topo da esquerda, movem um bloco à direita, e então para baixo e esquerdo, e assim por diante). Para mais informação da escrita Maia, você pode continuar na página Maia.



Na Costa do Golfo e nos planaltos de Chiapas do México, onde os olmecas haviam vivido outra escrita do grupo do sudeste também emergiu durante o ultimo período Pré Clássico. Chamado Epi Olmeca (significando "depois dos olmecas") nos terrenos geográficos e iconográficos, esse sistema de escrita tem sido conhecida for um longo tempo, mas tem sido estudada somente nos últimos vinte dias desde então. O melhor exemplo é o La Mojarra Stela 1:


Pouco é conhecido sobre esse sistema de escrita, como esse sistema está atualmente nos primeiros estágios da decifração. O que um pode dizer, no entanto, que é definitivamente um sistema logofonético, empregando ambos os signos fonéticos e logogríficos, e representa uma antiga linguagem na família Mixe-Zoquean. Também se usa a Longa Contagem para empregar datas em importantes eventos, e assumindo que a Longa Contagem dos Epi Olmecas tem uma similar data de início como à dos Maias, o alcance da longa Contagem dos Epi Olmecas se data do primeiro século A.C. até ao sexto século D.C., embora seja provável que se comece muito mais cedo. Você pode visitar a página Epi Olmeca para mais detalhes.

Grupo Oaxacan  

Como o seu nome implica, o grupo Oaxacan é centra do próximo no estado no sul do México de Oaxaca. No entanto, muitos sistemas de escrita do México Central também são classificados deste grupo, pois podem ser traçados para o primeiro sistema de escrita Oaxacan, a escrita Zapoteca.

As notoriedades do mais antigo sistema de escrita Mesoamericanas pertencem aos Zapotecas. O monumento mais antigo dos Zapotecas vem de uma antiga cidade chamada São José Mogote no vale de Oaxaca, e provavelmente se data de 500 A.C. O monumento é uma placa de pedra chamado de um danzante que retrata um cativo assassinado. O que faz ser o mais antigo documento escrito é o conjunto de dois grífos debaixo da vítima que é geralmente interpretado como um signo calêndrico 1 o Terremoto ou o Movimento (Xoo), mas poderia ser no fato ser 1 Olho (Loo) de acordo com o Urcid 2001. Você poderia achar o significado de dois sinais estranhos, mas no fato que os antigos oaxacas eram nomeados por dias no Calendário Sagrado. Isso significa que a placa identificou a vítima assassinada, a quem não era provavelmente um governante de uma cidade inimiga.


A grande maioria dos textos zapotecas vem da cidade de Monte Albán, da qual foi construída por volta de 500 A.C. serviu como a capital zapoteca por maios de 1200 anos. Textos das grandes cidades serviram funções políticas em retratar publicamente inimigos mortos, gravando territórios conquistados, e comemorando importantes eventos como a ascensão real e a morte.

A escrita zapoteca é ainda muito mal compreendida, como não tem sido alvo freqüente de estudos mesoamericanos. Assim os signos calêndricos são ainda discutíveis. Recentes estudos aparecem para confirmar a noção que a escrita zapoteca fez ao de gravar a língua mais profundamente, então mais tarde os astecas e os mistecas. Para mais informações, por favor, visite a minha página dos zapotecas.

Idêntico à escrita zapoteca, mas geograficamente localizado numa diferente parte de Oaxaca é a escrita Ñuiñe. Onde o qual os zapotecas habitavam em vales, as pessoas que usavam a escrita Ñuiñe viviam nos topos de montes e eram provavelmente antecessores dos mistecas (no qual veremos mais tarde). Muito pouco é conhecido sobre os Ñuiñe mais que os outros do que os signos básicos do calendário, principalmente devido à morte das evidências.


Contemporâneo ao Monte Albán, mas de uma escala muito maior é a grande cidade de Teotihuacan, o maior centro urbano da Mesoamérica. No seu apogeu, havia mais de 125.000 pessoas. No entanto, nenhum sistema de escrita semelhante dos escritos dos zapotecas e dos tem sido detectada em Teotihuacan. Isso levou muitos estudiosos que em Teotihuacán nunca havia um sistema de escrita além dos números básicos e signos de calendário. No entanto, recentes descobertas têm derramado pistas interessantes sobre o que poderia ser um sistema de escrita totalmente funcional Teotihuacano. Em um recente sítio arqueológico escavado em La Ventilla "barrio" de Teotihuacan, arqueologista Rubén Cabrera Castro descobriu colunas de grifos pintados no chão. Maiores estudos de Karl Taube (Taube 2000) revela um sistema de escrita onde grifos tem aparências muito bem diferentes, um se assemelha mais a grifos retilíneos de certa forma regular a dos vizinhos zapotecas e maias, e o outro parecendo completamente integrado como elementos “emblemáticos” no muro da cidade.

Esses grifos emblemáticos eram muito mais de forma livre e icônico, e muito mais semelhante a o dos grifos dos últimos escritos dos astecas e mistecas.



Depois do colapso dos teotihuacanos em 750 D.C., outras cidades no México Central cresceram para tomar vantagem do vazio de poder. Aas duas mais famosas dessas duas cidades, Xochicalco e Cacaxtla, ambas exibem tradições artísticas e de escrita.  A arte dessas duas cidades é uma mistura de estilos maias, teotihuacano, e zapotecas. Similarmente, o sistema de escrita também exibe ambos os grifos quadráticos do calendário zapoteca tão bem como a mais emblemática forma livre dos grifos teohuacano.

O período pós-clássico na Mesoamérica (depois de 900 D.C.) viu a emergência de novas nações no relatório histórico. Dois dos mais famosos grupos são os mistecas e os astecas, ambos da qual deixaram para trás um considerável corpo de manuscritos e para alguma menor parte os monumentos inscritos. Os escritos dos mistecas e a dos astecas são atualmente muito semelhantes. De fato, é pensado que o escrita misteca envolviam da mais antiga escrita zapoteca, e por sua vez gerou as escritas de Mixteca Puebla e da América Central (incluindo as astecas).

Do mesmo modo a da escrita zapoteca, as escritas dos mistecas e dos astecas não aparecem em longos textos. De fato, grifos quase sempre aparecem em pequenos componentes que denotam as datas do calendário, nomes pessoais e nome de lugares. Esses pequenos componentes são localizados em contexto a desenhos convencionalizados, e junto com os textos e imagens comunicam uma ou mais mensagens para o leitor.


Após a Conquista Espanhola

Os sistemas de escrita dos nativos da Mesoamérica chegaram ao fim nas mãos dos conquistadores espanhóis. Considerado “a obra do mal”, os espanhóis proibiram de usar o sistema de escrita indígena e destruíram a maioria dos livros e dos manuscritos, exceto em obras sancionadas que gravavam a história e a cultura do povo que eles têm conquistador para melhor controlá-los. Nessas obras “etnográficas”, as explicações espanholas acompanham os textos nativos, e não demorou muito para que os escribas nativos adotassem o alfabeto latino para escrever as suas próprias línguas. Muitos religiosos pré-colombianos e obras literárias eram preservados nesta maneira, como a criação de Quiche "Popul Vuh", poemas denahuatl atribuídos ao rei Netzahualcóyotl de Texcoco, textos religiosos tais como "Chilam Balam" do Yucatec Maya, e muitos outros. Mapas e genealogias foram também desenhados como documentos híbridos nativo-espanhol para gravar fronteiras de cidades e possessões de famílias, e muitos eram usados em cortes para resolver disputas legais.

Em outras palavras, mesmo que o sistema de escrita nativa já não estivesse em uso, os mesoamericanos continuaram a sua antiga tradição da escrita, apenas numa maneira diferente.

E como nos tempos pré-coloniais, os escribas usualmente eram homens de status elevado socialmente, e várias vezes empregadas ora pelo governo colonial ou pela igreja. No entanto, quando o período colonial chegou ao fim, a infra-estrutura que empregava esses nativos escribas também caiu à parte. As nações recém independentes enfatizaram a identidade de ser “criolo”, ou seja, descendentes de espanhóis no Novo Mundo. Isso não deixou lugar para a cultura indígena, e então nenhum interesse pela cultura indígena. Isso estava acontecendo até o século 20 que a literatura nativa, e a cultura nativa em geral, tiveram um significante reavivamento. Junto com o Renascimento Cultural foi também um senso de empoderamento político, a mais visível da qual foi o prêmio Nobel em 1992 para Rigoberta Menchú, uma mulher ativista Quiché Maia.

A última nota no renascimento da literatura nativa começou nos meados dos anos 90 quando os intelectuais maias participaram de um workshop criado pela falecida estudiosa dos maias Linda Schele para aprender antigos sistemas de escrita de seus antepassados. Apesar de ainda um pouco de curiosidade intelectual, os maias podem novamente escrever os seus próprios sistema de escrita, e estão ativamente contribuindo para a continuação de decifrar.

A história do sistema de escrita Mesoamericana é complexa e envolvente. Muitos mistérios estão ainda para serem resolvidos. Não é apenas um dos mais interessantes campos de pesquisa, mas também pode ser um hobby extremamente absorvente, Eu altamente recomendo habitar mais fundo nela. Aqui estão alguns links:

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