NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

LINGUÍSTICA - "Aegypcio" Reformado




Carlos A. B. Castelo
http://www.de-jerusalem-as-americas.blogspot.com.br/

Exibindo Foto de Castelo - 2.jpg
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O Aegypcio Reformado (é composto de) caracteres alfabetiformes (que foram) descobertos pelo arqueólogo Sir William Petrie em 1890. Nas suas muitas escavações no Aegyptus, nas ruínas mais antigas das cidades, o Professor Petrie descobriu um grande grupo de caracteres usados e intransitivos para o sistema Hieroglífico, sendo datados da época desde há 6.000 A.C. até 1.200 A.C.
Flinders Petrie
Nascimento3 de junho de 1853
Charlton
Morte28 de julho de 1942 (89 anos)
JerusalémMandato Britânico da Palestina
NacionalidadeReino Unido Britânico
OcupaçãoArqueologia
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/30/F._Petrie.jpg
Sir William Matthew Flinders Petrie (Charlton, 3 de junho de 1853 — JerusalémMandato Britânico da Palestina28 de julho de1942) foi um arqueólogo e egiptologista britânico nascido em Charlton, próximo a GreenwichLondres, um pioneiro de metodologia sistemática em arqueologia que inventou um método para reconstituir a seqüência de acontecimentos históricos em culturas antigas.
Neto de Capitão Matthew Flinders, explorador das costas de Austrália, e filho de um agrimensor, foi educado em casa pelos próprios pais e que tiveram grande influência na sua carreira. Depois de inspecionar monumentos pré-históricos britânicos, inclusive Stonehenge, viajou para o Egito (1880) para inspecionar a grande pirâmide de Gize e desenvolver escavações em vários locais arqueológicos, como Abidos e Amarna. Depois de realizar um expressivo trabalho nas pirâmides e templos de ´Giza, e ser conhecido especialmente pelas escavações em Memfis e Tebas (1881), nos montes de Tanis e Naucratis, foi recomendado ao Egypt Exploration Fund, hoje Egypt Exploration Society, para suceder o arqueólogo Edouard Naville. Voltou ao Egito (1884) para começar suas escavações e unindo estilos de cerâmica com períodos, ele criou um método novo por estabelecer a cronologia de um local. Foi o primeiro Edwards Professor de Egyptian Archaeology and Philology na University College, Londres (1892-1933). Esta cadeira tinha sido fundada por Amélia Edwards, seu grande suporte de admiração. Ele continuou escavando no Egito depois de se tornar professor, enquanto treinava futuros e grandes arqueólogos. Vendeu a sua grande coleção de antiguidades egípcias (1913) para a University College, Londres, hoje no Petrie Museum of Egyptian Archaeology. Foi nomeado Cavaleiro (1923) por seus serviços prestados a arqueologia britânica e egiptologia e deixou o Egito pela Palestina (1926), onde escavou uma série de locais de fronteira entre o Egito e Canaã. Foi autor de mais de 100 livros e um pioneiro no ensino da arqueologia e morreu em Jerusalém (1942) e enterrado no cemitério protestante de Monte Zion. (fonte WIKIPEDIA)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fb/Egyptian_funerary_stela.jpg
Hieróglifos em uma estela funerária
O Prof. Flinders Petrie alegou: 

"O fato é que eles sustentam grandemente serem muito semelhantes a muitos dos caracteres lineares posteriores dos alfabetos semíticos mais novos. É possível que algumas civilizações mais antigas pré-históricas, ou povos, tenham contribuído para estas formas de alfabeto."
Confronto de simbolos alfabetiformes
PeninsularesEgipciosFenícios
http://www.geocities.ws/CapeCanaveral/Hangar/8065/peninsu.jpg
http://www.geocities.ws/CapeCanaveral/Hangar/8065/egipcio.jpg
http://www.geocities.ws/CapeCanaveral/Hangar/8065/fenicio.jpg
Outros exemplos deste tipo de alfabetiformes já foram encontrados desde a primitiva Península Ibérica até á Ásia Menor, mais frequentemente no Período Neolítico. Este caracteres foram utilizados no Aegyptus Pré Histórico até á 18ª Dinastia, sendo depois reformados.
http://1.bp.blogspot.com/-CqfItr15Y7s/UFJPO5aNgEI/AAAAAAAAAJ8/Q44ygs6-sQw/s320/amenofis-iv.jpg
Faraó Amenotep, por alcunha Amenófis IV, da 18ª Dinastia
Todavia esses caracteres mencionados fazem parte da Família dos Caracteres Peninsulares Ibéricos do Povo Konii, que chegam a serem os primeiros ocidentais com presença no Aegyptus, onde fundaram cidades.

Em confronto com os caracteres do Livro de Mórmon, provam que na época de Leí essa escrita do egypcio reformado ainda era conhecida mas não era mais usada.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/bf/Escrita_sudoeste_by_Henrique_Matos_002A.jpg/220px-Escrita_sudoeste_by_Henrique_Matos_002A.jpg
Escrita cónia do séc. VIII a. C.