NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

PSICOLOGIA - Teste de Depressão de Beck*


TESTE DE DEPRESSÃO DE BECK*
http://www.psychologia.edu.pl/images/stories/grace/aaron_beck.jpg

Apesar de que o Teste de Beck não é difícil nem demorado de ser aplicado, não 
se deixe enganar por simplicidade. Ele é uma das mais sofisticadas ferramentas 
para diagnosticar a depressão. Estudos científicos nas últimas décadas têm 
demonstrado que este teste é altamente preciso e útil para diagnosticar e medir 
a depressão. Num estudo feito em hospital de emergências psiquiátricas nos
Estados Unidos, descobriu-se que teste similar detectou sintomas de depressão 
mais frequentemente do que entrevistas formais com médicos clínicos experientes 
que não utilizavam o teste. Leia cada item cuidadosamente e depois digite na 
coluna "B" o número (0), (1), (2) ou (3) ao lado da resposta que melhor reflete 
como você tem se sentido nos últimos dias.
Certifique-se de digitar somente um número para cada uma das 22 questões. 
Várias questões perguntam se você tem experimentado recentemente algum sinto
ma em particular, tais como irritabilidade ou insônia, "um pouco mais que o usual"
ou "mais do que antes". Se os sintomas têm sido presentes por um longo tempo 
por causa de depressão crônica ainda não diagnosticada, você deve responder à 
questão baseado na comparação de como você está se sentindo agora com como 
você se sentia na última vez em que se sentia feliz e não depressivo, então 
responda baseado na comparação de como está se sentindo agora com como você 
imagina ser o normal de como uma pessoa não depressiva deveria se sentir.
Agora você pode avaliar sua depressão de acordo com a tabela abaixo. O maior 
número total corresponde à depressão mais severa e o menor número total 
corresponde ao melhor modo de como você pode se sentir. Você pode usar o Teste 
de Depressão de Beck com segurança para diagnosticar-se e monitorar seu 
progresso durante eventual tratamento numa periodicidade de, no mínimo, 1 vez 
por semana.

IT A B AFIRMATIVAS
1 0 Eu não me sinto triste.
1 Eu me sinto triste.
2 Eu me sinto triste todo o tempo e não posso evitar.
3 Eu me sinto tão triste ou infeliz que não posso aguentar.
2 0 Eu não sou desencorajado com respeito ao futuro.
1 Eu me sinto desencorajado com respeito ao futuro.
2 Eu sinto que não tenho esperanças com respeito ao futuro.
3 Eu sinto que o futuro é sem esperança e que as coisas não têm como 
melhorar.
3 0 Eu não sinto que falhei.
1 Eu sinto que falhei mais do que uma pessoa normal.
2 Quando olho para trás na minha vida, tudo o que posso ver é uma 
sucessão de falhas.
3 Eu sinto que sou uma falha total como pessoa.
4 0 Eu sinto muita satisfação nas coisas que costumo fazer.
1 Eu não sinto satisfação nas coisas que costumo fazer.
2 Eu não sinto mais satisfação em nada do que faço.
3 Eu me sinto insatisfeito ou aborrecido com tudo.
5 0 Eu não me sinto particularmente culpado.
1 Eu me sinto culpado uma boa parte do tempo.
2 Eu me sinto culpado a maior parte do tempo.
3 Eu me sinto culpado todo o tempo.
6 0 Eu não sinto que esteja sendo punido.
1 Eu sinto que posso ser punido.
2 Eu espero que seja punido.
3 Eu sinto que estou sendo punido.
7 0 Eu não me sinto desapontado comigo mesmo.
1 Eu me sinto desapontado comigo mesmo.
2 Eu estou desgostoso comigo mesmo.
3 Eu me odeio.
8 0 Eu não me sinto pior do que qualquer pessoa.
1 Eu sou crítico comigo mesmo por causa das minhas fraquezas ou erros
cometidos.
2 Eu me aborreço comigo mesmo todo o tempo por causa dos meus erros.
3 Eu me envergonho de mim mesmo por todas as coisas ruins que 
acontecem.
9 0 Eu nunca pensei em suicídio.
1 Eu já pensei em suicídio mas não gostaria de cometê-lo.
2 Eu gostaria de me suicidar.
3 Eu me suicidaria se tivesse uma chance.
10 0 Eu não choro mais que o usual.
1 Eu choro mais atualmente do que antes.
2 Atualmente eu choro todo o tempo.
3 Eu costumava chorar mas atualmente eu não consigo chorar nem 
quando sinto vontade de chorar.
11 0 Eu não me sinto mais irritado com as coisas do que antes.
1 Agora eu me sinto ligeiramente mais irritado ou nervoso com as coisas 
do que antes.
2 Eu me sinto irritado ou nervoso a maior parte do tempo.
3 Atualmente eu me sinto sempre irritado ou nervoso.
12 0 Eu não perdi o interesse pelas outras pessoas.
1 Eu estou menos interessado pelas outras pessoas do que antes.
2 Eu perdi meu interesse pelas outras pessoas.
3 Eu perdi todo meu interesse pelas outras pessoas.
13 0 Eu tomo decisões facilmente.
1 Tenho sentido dificuldade para tomar decisões.
2 Atualmente eu tenho muito mais dificuldade de tomar decisões do 
que antes.
3 Eu não consigo mais tomar decisões.
14 0 Eu não sinto que eu me pareça pior do que antes.
1 Eu me sinto triste porque estou parecendo mais velho ou menos 
atraente do que antes.
2 Eu sinto que há mudanças permanentes em minha aparência que me 
tornam não atraente.
3 Eu acredito que pareço feio.
15 0 Eu consigo trabalhar tão bem quanto antes.
1 Eu preciso fazer um esforço extra para começar a fazer algo.
2 Eu preciso empurrar a mim mesmo com muita força para fazer 
qualquer coisa.
3 Eu não consigo trabalhar.
16 0 Eu durmo tão bem quanto antes.
1 Eu não durmo tão bem quanto antes.
2 Eu me acordo 2 ou 3 horas antes que o usual e tenho dificuldade para
voltar a dormir.
3 Eu me acordo várias horas antes que o usual e não consigo voltar a 
dormir.
17 0 Não me sinto mais cansado do que o normal.
1 Eu me canso mais facilmente do que antes.
2 Eu me canso ao fazer qualquer coisa.
3 Eu me sinto muito cansado para fazer qualquer coisa.
18 0 Meu apetite não é pior do que antes.
1 Meu apetite não é tão bom como costumava ser.
2 Meu apetite está muito pior atualmente.
3 Eu não tenho mais apetite.
19 0 Eu não tenho perdido peso, ou muito pouco.
1 Eu perdi mais que 2 quilos nos últimos meses.
2 Eu perdi mais que 3 quilos nos últimos meses.
3 Eu perdi mais que 5 quilos nos últimos meses.
20 0 Não estou mais preocupado com minha saúde do que antes.
1 Eu estou muito preocupado com problemas físicos, dores, úlceras 
estomacais ou constipação.
2 Eu estou muito preocupado com problemas de saúde e é difícil pensar muito sobre eles.
3 Eu estou tão preocupado com problemas físicos e de saúde que não 
posso mais pensar sobre eles.
21 0 Não tenho notado qualquer mudança recente em meu interesse por 
sexo.
1 Estou menos interessado em sexo do que antes.
2 Estou muito menos interessado em sexo atualmente.
3 Perdi completamente meu interesse por sexo.
22 0 Eu não penso em morrer.
1 Eu penso em morrer.
2 Eu queria morrer.
3 Eu penso que deveria morrer.
TOTAL 0
RESULTADO:
1 a 10 Esses altos e baixos do humor são considerados normais.
11 a 17 Leve distúrbio de humor.
18 a 22 Fronteira da Depressão Clínica.
23 a 33 Depressão moderada.
34 a 44 Depressão severa.
45 a 66 Depressão extrema.

INTERPRETAÇÃO DO TESTE DE BECK: Agora que você respondeu as 22 questões,
veja a somatória e anote o resultado. O maior número que você pode marcar em 
cada uma das 22 questões é 3, então o maior número total possível é 66. Isto 
significa que você marcou 3 em todas as questões. Como o menor número de 
cada questão é 0, então o menor número total possível é 0. Se você fizer este 
teste algumas vezes durante meses e os resultados persistirem numa somatória 
de 17 ou mais, isso indica que você pode estar precisando de ajuda profissional. 
Você pode usar o Teste de Depressão de Beck com segurança para diagnosticar-
se e monitorar seu progresso durante eventual tratamento numa periodicidade 
de, no mínimo, 1 vez por semana. (*Copyright 1978, Aaron T. Beck, M.D.)

Dr. Aaron Temkin Beck (nascido em 18 de Julho de 1921), é um psiquiatra norte 
americano e professor emérito do Departamento de Psiquiatria da Universidade da
Pensilvânia. Ele é considerado o pai da terapia cognitiva. Suas teorias pioneiras 
são largamente usadas no tratamento clínico da depressão. O Dr. Beck também 
desenvolveu relatórios de auto-avaliação de depressão e ansiedade, inclusive o 
Teste de Depressão de Beck,  a Escala da Desesperança, a Escala de Intenção de 
Suicídio de Beck, o Relatório de Ansiedade e os Relatórios Para Jovens. Ele é o 
Presidente do Beck Instituto Para Terapia Cognitiva e Pesquisa e Presidente 
Honorário da Academia de Terapia Cognitiva, que certifica qualificados terapeutas cognitivos.  O Dr. Aaron Beck é um dos fundadores da terapia cognitiva, uma forma de terapia 
que incorpora e se baseia na informação-modelo de processamento da psicologia
humana, em vez de basear-se no instinto, na motivação ou na bioquímica. À 
partir do início do Século XXI, a terapia cognitiva tem se tornado o modelo 
reinante de psicoterapia de curto prazo no Reino Unido e nos Estados Unidos, 
suplantando tanto a psicanálise quanto a abordagem comportamental para o 
estudo e tratamento de desordens mentais. O Dr. Beck tem gozado de grande
sucesso e reconhecimento profissional. Ele foi a única pessoa até 2004 a receber 
prêmio de pesquisa tanto da Associação Americana de Psicologia quanto da 
Associação Americana de Psiquiatria. Seus prêmios incluem o Prêmio Sarnat do 
Instituto de Medicina (2003), o Prêmio Heinz para a Condição Humana da Fundação
Heinz (2001) e um Doutorado Honorário da Universidade Brown e do Assumption 
College (1995). Um artigo que apareceu num jornal canadense de psiquiatria em 2002
nomeou o Dr. Beck como um dos dez indivíduos que "mudaram a face da psiquiatria 
americana". Ele também tem sido alistado como um dos cinco psicoterapeutas mais
influentes desde Sigmund Freud.

A terapia cognitiva de Beck pode ser categorizada como uma variante do 
construtivismo, um termo que tem se tornado cada vez mais popular entre os 
acadêmicos de psicologia desde meados dos anos de 1970. Embora teóricos como 
William James, Jean Piaget, George Kelly e Albert Bandura, sejam de outra maneira
diferentes, têm sido agrupado como construtivistas. É possível identificar vários 
temas correntes em seu trabalho. O psicoterapeuta  M. J. Mahoney alistou cinco temas 
comuns:

 1- Os humanos são agentes ativos com o poder de efetuar mudanças em suas 
próprias vidas. Este tema se coloca em contraste à visão de que os humanos são 
controlados passivamente por forças maiores.

 2- Os humanos são ativamente engajados em  ordenar suas experiências através
da atribuição de significados emocionais e intelectuais a eles.

 3- Estes processos de ordenar são primariamente auto-referenciais, ou seja, eles
são subjacentes às sensações de uma pessoa de individualidade ou identidade 
 pessoal.

 4- Por outro lado, os humanos não são indivíduos isolados; eles não podem ser 
entendidos separados de seu relacionamento com outras pessoas, grandes 
comunidades e sistemas simbólicos.

 5- Os humanos continuam a crescer e a se desenvolver através de todo o curso 
de suas vidas.

Estes temas são características proeminentes do trabalho do Dr. Beck, bem como 
dos escritos de outros construtivistas. Em termos de história da psicoterapia, as 
contribuições do Dr. Beck são o desenvolvimento de uma forma eficaz de 
tratamento a curto prazo adequado à idade, visando a contenção de custos e a 
administração medicamentosa baseada  em evidências. O futuro da terapia
cognitiva como uma abordagem distinta completamente diferenciada de outras 
formas de terapia, entretanto, é menos certo. Como o movimento integrativo em 
psicoterapia continua a crescer, as teorias e técnicas da terapia cognitiva pode 
simplesmente ser apropriada por terapeutas de uma grande variedade de 
experiências e formações.

DISTORÇÕES COGNITIVAS

Dr. Aaron Temkin Beck (nascido em 18 de Julho de 1921) é um psiquiatra norte 
americano e professor emérito do Departamento de Psiquiatria da Universidade da
Pensilvânia. Ele é considerado o pai da terapia cognitiva e suas teorias pioneiras 
são largamente usadas no tratamento clínico da depressão. O Dr. Beck também 
desenvolveu relatórios de auto-avaliação de depressão e ansiedade, inclusive o 
Teste de Depressão de Beck,  a Escala da Desesperança, a Escala de Intenção do 
Suicídio de Beck, o Relatório de Ansiedade e os Relatórios Para Jovens. Ele é o 
presidente do Beck Instituto Para Terapia Cognitiva e Pesquisa e Presidente 
Honorário da Academia de Terapia Cognitiva, que certifica qualificados terapeutas
cognitivos.
1- Pensamentos de tudo-ou-nada. Você vê as coisas na categoria preto-e-branco.
Se a sua performance não é perfeita, você se vê como um fracasso total.
2- Super generalização. Você considera um simples evento negativo como um 
padrão interminável de fracassos.
3- Filtro mental. Você seleciona um simples detalhe negativo e se fixa nele tão 
exclusivamente que toda sua visão da realidade se torna obscurecida, como uma 
gota de tinta que tinge um balde de água.
4- Desqualificação do positivo. Você rejeita experiências positivas insistindo que, 
por uma razão ou outra, eles "não contam". Desta maneira você pode manter uma
crença negativa que se contradiz devido às experiências diárias.
5- Pulando conclusões. Você faz uma interpretação negativa, apesar de não haver
fatos que apoiem de maneira convincente a sua conclusão. 

A- Leitura da mente: 
você conclui arbitrariamente que as pessoas estão reagindo negativamente a você, 
e não se incomoda em verificar isto. 

B- Erro do adivinhador: você antecipa que as coisas acontecerão de maneira 
negativa e se convence de que sua predição é um fato já estabelecido.
6- Magnificação ("catastrofização") ou minimização: você exagera a importância 
das coisas, tais como supervalorizar as realização de alguém, ou pensa coisas 
inapropriadamente até que elas pareçam pequenas demais (suas próprias qualidades 
desejáveis ou as imperfeições dos outros). Isto também é chamado de prestidigitação 
ou ilusão binocular.
7- Raciocínio emocional: você assume que suas emoções negativas refletem 
necessariamente as coisas como elas realmente são. "Eu sinto assim, portanto 
deve ser verdadeiro."
8- Declaração "deve": você tenta se motivar com "deve" e "não deve", como se 
você tivesse que ser punido antes que se pudesse esperar que fizesse alguma 
coisa. Deveres e obrigações também são ofensivos. Sua consequência emocional 
é a culpa. Quando você dirige declarações de "deve" aos outros, você sente raiva,
frustração e ressentimento.
9- Rotulação e tachamento: isso é uma forma extrema de super generalização. 
Em vez de descrever seu erro, você relaciona um rótulo negativo a si mesmo. "Eu
sou um perdedor nato". Quando o comportamento de alguém parece ser errado, 
você relaciona a essa pessoa um rótulo negativo do tipo "ele é um maldito perdedor"
O tachamento envolve descrever um evento com uma linguagem altamente 
colorida e carregada emocionalmente.
10- Personalização: você vê a si mesmo como a causa de algum evento externo 
negativo pelo qual você de fato não é o responsável primário.