NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

PSICOLOGIA/PSIQUIATRIA - Teste de Depressão de Beck*

Aaron Temkin Beck


Apesar de que o Teste de Depressão de Beck* (no anexo) não ser difícil nem demorado de ser aplicado, não se deixe enganar por sua simplicidade. Ele é uma das ferramentas mais sofisticadas para diagnosticar a depressão clínica. Estudos científicos nas últimas décadas têm demonstrado que o Teste de Depressão de Beck* é altamente preciso e útil para diagnosticar e medir a depressão. Num estudo feito em hospital de emergências psiquiátricas nos Estados Unidos, descobriu-se que teste similar detectou sintomas de depressão mais frequentemente do que entrevistas formais com médicos clínicos experientes que não utilizavam o teste.
Leia cada item cuidadosamente, depois digite na coluna "B" o número (0), (1), (2) ou (3) ao lado da resposta que melhor reflete como você tem se sentido nos últimos dias. Certifique-se de digitar somente um número para cada uma das 22 questões. Várias questões perguntam se você tem experimentado recentemente algum sintoma em particular, tais como irritabilidade ou insônia, "um pouco mais que o usual" ou "mais do que antes". Se os sintomas têm sido presentes por um longo tempo por causa de depressão crônica ainda não diagnosticada, você deve responder à questão baseado na comparação de como você está se sentindo agora com como você se sentia na última vez em que se sentia feliz e não depressivo, então responda baseado na comparação de como está se sentindo agora com como você imagina ser o normal de como uma pessoa não depressiva deveria se sentir. Agora você pode avaliar sua depressão de acordo com a tabela abaixo. O maior número total corresponde à depressão mais severa e o menor número total corresponde ao melhor modo de como você pode se sentir. Você pode usar o Teste de Depressão de Beck com segurança para diagnosticar-se e monitorar seu progresso durante eventual tratamento numa periodicidade de, no mínimo, 1 vez por semana.

TESTE DE DEPRESSÃO DE BECK*
Apesar de que o Teste de Depressão de Beck não ser difícil nem demorado de ser aplicado, não se deixe enganar por sua simplicidade. Ele é uma das ferramentas mais sofisticadas para diagnosticar a depressão clínica. Estudos científicos nas últimas décadas têm demonstrado que este teste é altamente preciso e útil para diagnosticar e medir a depressão. Num estudo feito em hospital de emergências psiquiátricas nos Estados Unidos, descobriu-se que teste similar detectou sintomas de depressão mais frequentemente do que entrevistas formais com médicos clínicos experientes que não utilizavam o teste. Leia cada item cuidadosamente, depois digite na coluna "B" o número (0), (1), (2) ou (3) ao lado da resposta que melhor reflete como você tem se sentido nos últimos dias. Certifique-se de digitar somente um número para cada uma das 22 questões. Várias questões perguntam se você tem experimentado recentemente algum sintoma em particular, tais como irritabilidade ou insônia, "um pouco mais que o usual" ou "mais do que antes". Se os sintomas têm sido presentes por um longo tempo por causa de depressão crônica ainda não diagnosticada, você deve responder à questão baseado na comparação de como você está se sentindo agora com como você se sentia na última vez em que se sentia feliz e não depressivo, então responda baseado na comparação de como está se sentindo agora com como você imagina ser o normal de como uma pessoa não depressiva deveria se sentir. Agora você pode avaliar sua depressão de acordo com a tabela abaixo. O maior número total corresponde à depressão mais severa e o menor número total corresponde ao melhor modo de como você pode se sentir. Você pode usar o Teste de Depressão de Beck com segurança para diagnosticar-se e monitorar seu progresso durante eventual tratamento numa periodicidade de, no mínimo, 1 vez por semana.
IT A B AFIRMATIVAS
1 0 Eu não me sinto triste.
1 Eu me sinto triste.
2 Eu me sinto triste todo o tempo e não posso evitar.
3 Eu me sinto tão triste ou infeliz que não posso aguentar.
2 0 Eu não sou desencorajado com respeito ao futuro.
1 Eu me sinto desencorajado com respeito ao futuro.
2 Eu sinto que não tenho esperanças com respeito ao futuro.
3 Eu sinto que o futuro é sem esperança e que as coisas não têm como melhorar.
3 0 Eu não sinto que falhei.
1 Eu sinto que falhei mais do que uma pessoa normal.
2 Quando olho para trás na minha vida, tudo o que posso ver é uma sucessão de falhas.
3 Eu sinto que sou uma falha total como pessoa.
4 0 Eu sinto muita satisfação nas coisas que costumo fazer.
1 Eu não sinto satisfação nas coisas que costumo fazer.
2 Eu não sinto mais satisfação em nada do que faço.
3 Eu me sinto insatisfeito ou aborrecido com tudo.
5 0 Eu não me sinto particularmente culpado.
1 Eu me sinto culpado uma boa parte do tempo.
2 Eu me sinto culpado a maior parte do tempo.
3 Eu me sinto culpado todo o tempo.
6 0 Eu não sinto que esteja sendo punido.
1 Eu sinto que posso ser punido.
2 Eu espero que seja punido.
3 Eu sinto que estou sendo punido.
7 0 Eu não me sinto desapontado comigo mesmo.
1 Eu me sinto desapontado comigo mesmo.
2 Eu estou desgostoso comigo mesmo.
3 Eu me odeio.
8 0 Eu não me sinto pior do que qualquer pessoa.
1 Eu sou crítico comigo mesmo por causa das minhas fraquezas ou erros cometidos.
2 Eu me aborreço comigo mesmo todo o tempo por causa dos meus erros.
3 Eu me envergonho de mim mesmo por todas as coisas ruins que acontecem.
9 0 Eu nunca pensei em suicídio.
1 Eu já pensei em suicídio mas não gostaria de cometê-lo.
2 Eu gostaria de me suicidar.
3 Eu me suicidaria se tivesse uma chance.
10 0 Eu não choro mais que o usual.
1 Eu choro mais atualmente do que antes.
2 Atualmente eu choro todo o tempo
3 Eu costumava chorar mas atualmente eu não consigo chorar nem quando sinto vontade de chorar.
11 0 Eu não me sinto mais irritado com as coisas do que antes.
1 Agora eu me sinto ligeiramente mais irritado ou nervoso com as coisas do que antes.
2 Eu me sinto irritado ou nervoso a maior parte do tempo.
3 Atualmente eu me sinto sempre irritado ou nervoso.
12 0 Eu não perdi o interesse pelas outras pessoas.
1 Eu estou menos interessado pelas outras pessoas do que antes.
2 Eu perdi meu interesse pelas outras pessoas.
3 Eu perdi todo meu interesse pelas outras pessoas.
13 0 Eu tomo decisões facilmente.
1 Tenho sentido dificuldade para tomar decisões.
2 Atualmente eu tenho muito mais dificuldade de tomar decisões do que antes.
3 Eu não consigo mais tomar decisões.
14 0 Eu não sinto que eu me pareça pior do que antes.
1 Eu me sinto triste porque estou parecendo mais velho ou menos atraente do que antes.
2 Eu sinto que há mudanças permanentes em minha aparência que me tornam não atraente.
3 Eu acredito que pareço feio.
15 0 Eu consigo trabalhar tão bem quanto antes.
1 Eu preciso fazer um esforço extra para começar a fazer algo.
2 Eu preciso empurrar a mim mesmo com muita força para fazer qualquer coisa.
3 Eu não consigo trabalhar.
16 0 Eu durmo tão bem quanto antes.
1 Eu não durmo tão bem quanto antes.
2 Eu me acordo 2 ou 3 horas antes que o usual e tenho dificuldade para voltar a dormir.
3 Eu me acordo várias horas antes que o usual e não consigo voltar a dormir.
17 0 Não me sinto mais cansado do que o normal.
1 Eu me canso mais facilmente do que antes.
2 Eu me canso ao fazer qualquer coisa.
3 Eu me sinto muito cansado para fazer qualquer coisa.
18 0 Meu apetite não é pior do que antes.
1 Meu apetite não é tão bom como costumava ser.
2 Meu apetite está muito pior atualmente.
3 Eu não tenho mais apetite.
19 0 Eu não tenho perdido peso, ou muito pouco.
1 Eu perdi mais que 2 quilos nos últimos meses.
2 Eu perdi mais que 3 quilos nos últimos meses.
3 Eu perdi mais que 5 quilos nos últimos meses.
20 0 Não estou mais preocupado com minha saúde do que antes.
1 Eu estou muito preocupado com problemas físicos, dores, úlceras estomacais ou constipação.
2 Eu estou muito preocupado com problemas de saúde e é difícil pensar muito sobre eles.
3 Eu estou tão preocupado com problemas físicos e de saúde que não posso mais pensar sobre eles.
21 0 Não tenho notado qualquer mudança recente em meu interesse por sexo.
1 Estou menos interessado em sexo do que antes.
2 Estou muito menos interessado em sexo atualmente.
3 Perdi completamente meu interesse por sexo.
22 0 Eu não penso em morrer.
1 Eu penso em morrer.
2 Eu queria morrer.
3 Eu penso que deveria morrer.
TOTAL 0 RESULTADO:
1 a 10 Estes altos e baixos do humor são considerados normais.
11 a 17 Leve distúrbio de humor.
18 a 22 Fronteira da Depressão Clínica.
23 a 33 Depressão moderada.
34 a 44 Depressão severa.
45 a 66 Depressão extrema.
INTERPRETAÇÃO DO TESTE DE BECK: Agora que você respondeu as 22 questões, veja a somatória e anote o resultado. O maior número que você pode marcar em cada uma das 22 questões é 3, então o maior número total possível é 66. Isto significa que você marcou 3 em todas as questões. Como o menor número de cada questão é 0, então o menor número total possível é 0. Se você fizer este teste algumas vezes durante meses e os resultados persistirem numa somatória de 17 ou mais, isso indica que você pode estar precisando de ajuda profissional. Você pode usar o Teste de Depressão de Beck com segurança para diagnosticar-se e monitorar seu progresso durante eventual tratamento numa periodicidade de, no mínimo, 1 vez por semana. (*Copyright 1978, Aaron T. Beck, M.D.)
  Dr. Aaron Temkin Beck (nascido em 18 de Julho de 1921), psiquiatra norte americano e professor emérito do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Pensilvânia. Ele é considerado o pai da terapia cognitiva. Suas teorias pioneiras são largamente usadas no tratamento clínico da depressão. O Dr. Beck também desenvolveu relatórios de auto-avaliação de depressão e ansiedade, inclusive o Teste de Depressão de Beck,  a Escala da Desesperança, a Escala de Intenção de Suicídio de Beck, o Relatório de Ansiedade e os Relatórios Para Jovens. Ele é o Presidente do Beck Instituto Para Terapia Cognitiva e Pesquisa e Presidente Honorário da Academia de Terapia Cognitiva, que certifica qualificados terapeutas cognitivos.  O Dr. Aaron Beck é um dos fundadores da terapia cognitiva, uma forma de terapia que incorpora e se baseia na informação-modelo de processamento da psicologia humana, em vez de basear-se no instinto, na motivação ou na bioquímica. À partir do início do Século XXI, a terapia cognitiva tem se tornado o modelo reinante de psicoterapia de curto prazo no Reino Unido e nos Estados Unidos, suplantando tanto a psicanálise quanto a abordagem comportamental para o estudo e tratamento de desordens mentais. O Dr. Beck tem gozado de grande sucesso e reconhecimento profissional. Ele foi a única pessoa até 2004 a receber prêmio de pesquisa tanto da Associação Americana de Psicologia quanto da Associação Americana de Psiquiatria. Seus prêmios incluem o Prêmio Sarnat do Instituto de Medicina (2003), o Prêmio Heinz para a Condição Humana da Fundação Heinz (2001) e um Doutorado Honorário da Universidade Brown e do Assumption College (1995). Um artigo que apareceu num jornal canadense de psiquiatria em 2002 nomeou o Dr. Beck como um dos dez indivíduos que "mudaram a face da psiquiatria americana". Ele também tem sido alistado como um dos cinco psicoterapeutas mais influentes desde Sigmund Freud.
A terapia cognitiva de Beck pode ser categorizada como uma variante do construtivismo, um termo que tem se tornado cada vez mais popular entre os acadêmicos de psicologia desde meados dos anos de 1970. Embora teóricos como William James, Jean Piaget, George Kelly e Albert Bandura, sejam de outra maneira diferentes, têm sido agrupado como construtivistas. É possível identificar vários temas correntes em seu trabalho. O psicoterapeuta  M. J. Mahoney alistou cinco temas comuns: 1- Os humanos são agentes ativos com o poder de efetuar mudanças em suas próprias vidas. Este tema se coloca em contraste à visão de que os humanos são controlados passivamente por forças maiores. 2- Os humanos são ativamente engajados em  ordenar suas experiências através da atribuição de significados emocionais e intelectuais a eles. 3- Estes processos de ordenar são primariamente auto-referenciais, ou seja, eles são subjacentes às sensações de uma pessoa de individualidade ou identidade pessoal. 4- Por outro lado, os humanos não são indivíduos isolados; eles não podem ser entendidos separados de seu relacionamento com outras pessoas, grandes comunidades e sistemas simbólicos. 5- Os humanos continuam a crescer e a se desenvolver através de todo o curso de suas vidas.
Estes temas são características proeminentes do trabalho do Dr. Beck, bem como dos escritos de outros construtivistas.
Em termos de história da psicoterapia, as contribuições do Dr. Beck são o desenvolvimento de uma forma eficaz de tratamento a curto prazo adequado à idade, visando a contenção de custos e a administração medicamentosa baseada  em evidências. O futuro da terapia cognitiva como uma abordagem distinta completamente diferenciada de outras formas de terapia, entretanto, é menos certo. Como o movimento integrativo em psicoterapia continua a crescer, as teorias e técnicas da terapia cognitiva pode simplesmente ser apropriada por terapeutas de uma grande variedade de experiências e formações.A103
DISTORÇÕES COGNITIVAS
1- Pensamentos de tudo-ou-nada. Você vê as coisas na categoria preto-e-branco. Se a sua performance não é perfeita, você se vê como um fracasso total.
2- Supergeneralização. Você considera um simples evento negativo como um padrão interminável de fracassos.
3- Filtro mental. Você seleciona um simples detalhe negativo e se fixa nele tão exclusivamente que toda sua visão da realidade se torna obscurecida, como uma gota de tinta que tinge um balde de água.
4- Desqualificação do positivo. Você rejeita experiências positivas insistindo que, por uma razão ou outra, eles "não contam". Desta maneira você pode manter uma crença negativa que se contradiz devido às experiências diárias.
5- Pulando conclusões. Você faz uma interpretação negativa, apesar de não haver fatos que apóiem de maneira convincente a sua conclusão. A- Leitura da mente: você conclui arbitrariamente que as pessoas estão reagindo negativamente a você, e não se incomoda em verificar isto. B- Erro do adivinhador: você antecipa que as coisas acontecerão de maneira negativa e se convence de que sua predição é um fato já estabelecido.
6- Magnificação (catastrofização) ou minimização: você exagera a importância das coisas, tais como supervalorizar as realização de alguém, ou pensa coisas inapropriadamente até que elas pareçam pequenas demais (suas próprias qualidades desejáveis ou as imperfeições dos outros). Isto também é chamado de prestidigitação ou ilusão binocular.
7- Raciocínio emocional: você assume que suas emoções negativas refletem necessariamente as coisas como elas realmente são. "Eu sinto assim, portanto deve ser verdadeiro."
8- Declaração "deve": você tenta se motivar com "deve" e "não deve", como se você tivesse que ser punido antes que se pudesse esperar que fizesse alguma coisa. Deveres e obrigações também são ofensivos. Sua consequencia emocional é a culpa. Quando você dirige declarações de "deve" aos outros, você sente raiva, frustração e ressentimento.
9- Rotulação e tachamento: isso é uma forma extrema de super generalização. Em vez de descrever seu erro, você relaciona um rótulo negativo a si mesmo. "Eu sou um perdedor nato". Quando o comportamento de alguém parece ser errado, você relaciona a essa pessoa um rótulo negativo do tipo "ele é um maldito perdedor". O tachamento envolve descrever um evento com uma linguagem altamente colorida e carregada emocionalmente.
10- Personalização: você vê a si mesmo como a causa de algum evento externo negativo pelo qual você de fato não é o responsável primário.


DE JERUSALÉM ÀS AMÉRICAS

Elson Carlos Ferreira-Curitiba/Brazil