NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

GEOGRAFIA - O “Problema Maia”

Publicado em
Book of Mormon Archaeological Forum
Ted Dee Stoddard

O “Problema Maia”

Leitores e estudiosos de “O Livro de Mórmon” que acreditam que todos os eventos narrados nesse livro aconteceram na Mesoamérica, cedo ou tarde se encontrarão lutando com assuntos que estão associados com o que podemos chamar de o “problema Maia”.
Simplistamente falando, os fatos a seguir derivam de O Livro de Mórmon e da pesquisa arqueológica, geográfica, cultural e histórica, gerando este problema:
1. A maioria dos eventos narrados em O Livro de Mórmon que estão associados com os nefitas aconteceu na terra do sul.

2. Aproximadamente 90% dos sítios arqueológicos que datam do período de mil anos da história nefita em O Livro de Mórmon são encontrados no território leste e sul do Istmo de Tehuantepec. Este território é a terra do sul para a maior parte dos mesoamericanistas de O Livro de Mórmon.


3. Este mesmo território pode ser identificado como a “pátria maia” porque ela sempre foi território maia. Em outras palavras, qualquer que seja o território alocado pelos mesoamericanistas para os nefitas na terra do sul durante seus mil anos de história, estará sobreposto pela arqueologia, geografia, cultura e história maia.

4. Se concluirmos que a cultura olmeca da Mesoamérica e a cultura jaredita de O Livro de Mórmon são a mesma cultura, então deveremos também concluir que os olmecas/jareditas desempenharam seus maiores e mais importantes papéis na terra do sul.

O resultado disso criou o “problema maia”, que é: Como os mesoamericanistas devem considerar os maias em relação às culturas de O Livro de Mórmon?


O “problema maia” é agravado porque suas origens na terra do sul agora são comumente datadas aproximadamente 1500–1000 a.C. As autoridades maias trabalham com essa potencial origem enquanto tipicamente dividem a área de floresta das planícies Peten e Belize e o território do Planalto Maia associados primariamente com o planalto da Guatemala.


Um assunto particularmente perturbador para os mesoamericanistas está associado com o território das Planícies Maias. Que papel, se é que houve algum, este território desempenhou na história dos nefitas? Ele deve ser incluído na geografia mesoamericanista de O Livro de Mórmon?

O próprio Livro de Mórmon dá valiosas informações que ajudam a resolver muitos aspectos do “problema maia”. Clique neste link, www.bmaf.org/node/470, e leia (em inglês) o artigo intitulado “A ‘Planície Maia’ Equivale ao ‘Deserto’ do Livro de Mórmon; O ‘Planalto Maia’ Corresponde às Suas ‘Montanhas’”; ou continue sua leitura em português. Uma única informação neste curto artigo ajudará você a entender o “problema maia” e lhe dará incentivo para explorá-lo com mais profundidade.

(Os materiais, conceitos, mapas ou conclusões apresentados aqui, que aparecem no website ou Facebook, ou mesmo enviados por e-mail para os membros da BMAF e seus convidados, são de única e total responsabilidade dos autores contribuintes e não implica necessariamente que os membros do Conselho de Diretores ou membros BMAF concordem como todo ou qualquer parte do assunto e não são endossados de qualquer modo por “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.)


Considere a idéia de juntar-se à BMAF em sua expedição “O Fim do Mundo”. Nós estaremos nas terras de O Livro de Mórmon na proposta Terra de Abundância, quando o calendário maia chegar ao FIM (21 de Dezembro de 2012). Esta é uma oportunidade única na vida.

Para mais informações ver http://www.de-jerusalem-as-americas.blogspot.com/ ou entre em contato com a Bountiful Tours através do seu correspondente no Brasil enviando e-mail para de.jerusalem.as.americas@gmail.com.
http://bountifultravel.com/december-16-2012-bmaf-convention/


A “Planície Maia” Equivale ao “Deserto” do Livro de Mórmon; O “Planalto Maia” Corresponde às Suas “Montanhas”.


Ted Dee Stoddard
Copyright © 2012


 


Como um estudioso de “O Livro de Mórmon” durante toda a vida, eu experimentei numerosas epifanias que me levaram a dizer, “Sim! Agora eu entendo o que estão dizendo!”


Este é o resultado do meu recente estudo do capítulo 11 do livro de Helamã enquanto lutava com problemas associados com a massiva civilização Pré Clássica Maia nas florestas das planícies de Petem e Belize. Como resultado eu acrescentei mais um item à minha lista de correlações entre os maias da terra do sul de O Livro de Mórmon com os povos de O Livro de Mórmon que viviam na terra do sul.


No modelo Mesoamericano para a geografia de O Livro de Mórmon, a terra ao sul é o território a leste e sul do Istmo Tehuantepec. Esse território corresponde a quase 90% dos sítios arqueológicos do Novo Mundo que datam do período Pré Clássico Tardio e do início do Período Clássico, ou seja, o período de tempo em que os nefitas e lamanitas de O Livro de Mórmon são encontrados. Em outras palavras, a maior porção do que lemos em O Livro de Mórmon a respeito dos nefitas provavelmente aconteceu neste território que podemos chamar de “Pátria Nefita”. O território da terra ao sul também é a terra da grande civilização maia da Mesoamérica. De fato, para todos os propósitos práticos, aquele território é o único local onde os maias tenham vivido. Mesmo hoje, milhões de maias vivem naquele território.

Em outras palavras, da perspectiva de O Livro de Mórmon, a terra do sul era habitada primariamente por culturas conhecidas em O Livro de Mórmon como nefitas e lamanitas. Da perspectiva dos arqueólogos, antropólogos, historiadores e geógrafos modernos, o território conhecido em O Livro de Mórmon como a terra do sul foi habitado primariamente pelas culturas conhecidas nos Séculos XX e XXI como os Maias.


Esta situação configura um cenário para os estudiosos do Livro de O Mórmon que eu chamo de o “problema maia”, qual seja, os mesoamericanistas de O Livro de Mórmon não podem orbitar ao redor do fato de que a terra do sul dos tempos de O Livro de Mórmon não apenas era a pátria dos nefitas e lamanitas, como também era a pátria dos maias. O problema para os estudiosos pode ser trabalhado como segue:


O que faremos com os maias da terra do sul antes, durante e após o período de mil anos dos nefitas? Potenciais questões relacionadas são as seguintes:


1. Os nefitas eram maias? Eram maias os lamanitas? Tanto os nefitas quanto os lamanitas eram maias? Nem os nefitas, nem os lamanitas eram maias?


2. O que fazer com os dados históricos que datam da época das origens dos maias, tão antigamente como os anos 1500–1000 a.C.?


3. Os maias originaram como um “remanescente” os olmecas (provavelmente os jareditas) que viveram no “interior” da pátria olmeca/jaredita e que não foram destruídos na última batalha em Ramá?


4. Os maias se originaram de alguma outra cultura que veio do Velho Mundo para o Novo Mundo e que era desconhecida dos nefitas e, portanto não foram nomeados no Livro de Mórmon?


Responder compreensivelmente tais questões está além do escopo desse curto artigo, mas podemos ser úteis respondendo se o próprio Livro de Mórmon nos dá alguma ajuda.


Sugiro duas possibilidades:(1) Mosias 8:12 e (2) Helamã 11.


(1) Os eventos narrados no capítulo 8 de Mosias aconteceram na terra de Néfi, provavelmente no planalto da Guatemala. O Rei Limi fala com Amon a respeito das vinte e quatro placas deixadas pelos jareditas e descobertas pela expedição de Limi, que diz:


“E torno a perguntar-te: Sabes de alguém que possa traduzir? Porque desejo que estes registros sejam traduzidos para a nossa língua; pois talvez nos possam dar informações sobre os remanescentes do povo que foi destruído, do qual vieram estes registros; ou talvez nos dêem informações sobre o próprio povo que foi destruído; e desejo saber a causa de sua destruição.“ (Mosias 8:12; ênfase adicionada).


Em outras palavras, afirmo que os nefitas que viviam na terra de Néfi por volta do ano 121 a.C. estavam cientes de que um “remanescente” dos jareditas havia sobrevivido à última batalha em Ramá. Eu penso que este remanescente fazia parte da cultura maia como nós nos referimos a eles hoje em dia. Além disso, penso que este remanescente poderia ter habitado as florestas das áreas de Peten e Belize ou em algum lugar das planícies da Guatemala — ou talvez tenham vivido em ambos os territórios.


(2) Uma maneira comum de identificar e rotular o território maia é através dos termos “Planície Maia” e “Planalto Maia”. Simplistamente falando, o território das Planícies Maias envolvia a área de floresta de Peten e Belize; o território do Planalto Maia envolveu principalmente o planalto da Guatemala.


Obviamente, não poderíamos esperar que os escritores do Livro de Mórmon usassem termos como “Planície Maia” e “Planalto Maia” ao se referir ao remanescente mencionado em Mosias 8:12; entretanto, podemos naturalmente esperar encontrar termos equivalentes na perspectiva dos nefitas. Penso que esse é o caso no capítulo 11 de Helamã como resultado de eventos históricos que ocorreram em 12 e 11 a.C. Nessa época, Mórmon fala que o povo de Néfi “começou a multiplicar-se e a espalhar-se, até cobrir toda a face da terra, tanto ao norte quanto ao sul, do mar do oeste até o mar do leste.” Mais tarde, “a igreja espalhou-se pela face de toda a terra; e a maior parte do povo, tanto nefitas quanto lamanitas, pertencia à igreja;” (Helamã 11:21).


Em 12 a.C, uma combinação de dissidentes nefitas se fundiram aos lamanitas e se tornaram os “ladrões de Gadianton.” “E cometiam assassinatos e pilhagens; e fugiam depois para as montanhas e para o deserto e lugares secretos, ocultando-se a fim de não serem descobertos”.(Helamã 11:25; ênfase adicionada)


A destruição feita pelo bando de Gadianton foi tão grande que os nefitas, que estavam vivendo na terra de Zarahenla, “um exército de homens fortes foi enviado ao deserto e às montanhas para procurar esse bando de ladrões e exterminá-los.” (Helamã 11:28; ênfase adicionada). Os nefitas não tiveram tanto sucesso para alcançar seu objetivo; então, em 11 a.C:


“[Os nefitas] tornaram a lutar contra esse bando de ladrões e mataram muitos; e eles também sofreram pesadas perdas. E novamente foram obrigados a voltar do deserto e das montanhas para suas próprias terras, em virtude do excessivo número de ladrões que infestavam as montanhas e o deserto.” (Helamã 11:30–31; ênfase adicionada)

Usando um jargão atual, penso que Mórmon (em Helamã 11) está aludindo ao território das Planícies Maias quando usa os termos “no deserto”, “fora do deserto”, e “o deserto”, e acredito que Mórmon está aludindo ao território do Planalto Maia quando usa os termos “nas montanhas”, sobre as montanhas” “fora das montanhas” e “as montanhas”.


Em outras palavras, “deserto” aqui significa o deserto leste da terra de Zarahenla. Acredito que este território seja as áreas de florestas de Peten e Belize. O deserto leste é parte do território em que o Capitão Moroni esteve envolvido em 72 a.C. Esta área de floresta também é a localização de um grande número de aterros defensivos que são descritos pelos arqueólogos atuais com linguagem descritiva que se compara quase precisamente com a linguagem de Alma 49–50. Em 72 a.C., esses aterros defensivos foram “preparados para recebê-los de uma forma nunca antes vista entre os filhos de Leí. Ora, estavam preparados para os lamanitas, para combater segundo as instruções de Morôni.” (Alma 49:8)


Nesse ponto o “problema maia” forçosamente emerge. A área de floresta das planícies de Petem e Belize é inquestionavelmente o território da “Planície Maia”. Penso que ela seja também a área “desértica” mencionada em Helamã 11. Se assim for, quais são as relações entre os maias (lamanitas) do território das Planícies Maias (deserto) e os nefitas? Mais especificamente, como devemos interpretar os versículos 20 e 21 de Helamã 11 da época do primeiro século antes de Cristo, ou mais especificamente dos anos 16–15 a.C.?


E assim aconteceu que o povo de Néfi começou novamente a prosperar na terra e começou a edificar os lugares desolados e começou a multiplicar-se e a espalhar-se, até cobrir toda a face da terra, tanto ao norte quanto ao sul, do mar do oeste até o mar do leste.


E aconteceu que o septuagésimo sexto ano [ano 16 a.C.] terminou em paz. E o septuagésimo sétimo ano [ano 15] começou em paz; e a igreja espalhou-se pela face de toda a terra; e a maior parte do povo, tanto nefitas quanto lamanitas, pertencia à igreja; e houve muita paz na terra; e assim terminou o septuagésimo sétimo ano [ano 15 a.C]. (Helamã 11:20–21; ênfase adicionada)

Podemos notar nestes versículos que nesta época, “a maior parte do povo, tanto nefitas quanto lamanitas” pertencia à igreja e que “a igreja espalhou-se pela face de toda a terra”. Para mim, essas palavras de Mórmon soam como a maioria de todo o povo no país maia (a terra do sul) pertencia à igreja. O que não necessariamente significa que eles se tornaram nefitas e desse modo tenham adotado os costumes sociais e práticas religiosas dos nefitas. Como consequência, penso que temos algo a aprender aqui sobre o território das Planícies Maias – o território selvagem de Petem e Belize.


Todos os eventos acima ocorreram na terra do sul. Para os mesoamericanistas este território equivale ao território Maia. Aqui nós podemos naturalmente fazer de novo aquelas três perguntas propostas anteriormente: Os nefitas eram maias? Eram maias os Lamanitas? Tanto os nefitas quanto os lamanitas eram maias?


Se eu estiver certo ao concluir que podemos equacionar o termo “Planície Maia” com o termo “deserto” do Livro de Mórmon e também equacionar o termo “Planalto Maia” com as “montanhas” do Livro de Mórmon conforme encontrados em Helamã 11, então penso que podemos justificadamente construir uma hipótese para responder a todas as três perguntas acima com uma afirmativa. Francamente, há apenas uma solução lógica para o “problema maia” uma vez que entendamos a magnitude e escopo da civilização maia nas terras do sul de O Livro de Mórmon.


Assim, se o Modelo Mesoamericano para a geografia do Livro de Mórmon for válido, estaremos justificados em correlacionarmos os maias das Planícies Maias e os territórios do Planalto Maia com as culturas nefita e lamanita vivendo na terra ao sul de O Livro de Mórmon. Portanto, sugiro uma correlação entre os termos “Planícies Maias” da literatura atual a respeito da Mesoamérica e, pelo menos, instâncias selecionadas do termo “deserto” em O Livro de Mórmon, tal como as ocorrências dele em Helamã 11. Além do mais, sugiro uma correlação similar entre o termo “Planalto Maia” e instâncias selecionadas do termo “montanhas” conforme usadas em situações do Novo Mundo em O Livro de Mórmon.


Se estas correlações forem válidas, então a seguinte abordagem de Joseph Allen e Blake Allen também podem ser válidas:


“Nesta segunda edição de Exploring the Lands of the Book of Mormon, podemos ter elegido um rótulo tanto para os nefitas quanto para os lamanitas como sendo afiliados da mesma cultura, aquela que é referida atualmente como os Maias. Portanto, para propósitos de esclarecimento, usaremos os termos Nefita Maia e Lamanita Maia nas nossas discussões geográficas.”


Nesse ponto, faço um pedido a todos os estudiosos que acreditam no modelo Mesoamericano para a geografia de O Livro de Mórmon. Por favor, enfrentem o “problema maia” objetiva e imparcialmente da perspectiva da terra do sul como a “pátria” dos nefitas e lamanitas tanto quanto da “pátria” dos maias. Nesse processo estendo um convite a todos os estudiosos para me convencerem de que os maias no território das Planícies Maias no 16–15 a.C. deve ser totalmente excluído das palavras de Mórmon em Helamã 11:20–21:


1. “[O povo de Néfi] começou novamente a prosperar na terra e começou a edificar os lugares desolados e começou a multiplicar-se e a espalhar-se e cobrir toda a face da terra, tanto ao norte quanto ao sul, do mar do oeste até o mar do leste.


2. “e a igreja espalhou-se pela face de toda a terra; e a maior parte do povo, tanto nefitas quanto lamanitas, pertencia à igreja.”


O capítulo 11 de Helamã me diz que os nefitas estiveram envolvidos em muitos aspectos com os maias que viviam nos territórios de floresta das planícies de Petem e Belize. Obviamente, a extensão e natureza desse envolvimento variam no tempo e no espaço. Por exemplo, O Livro de Mórmon diz-nos essencialmente nada a respeito das Planícies Maias de Petem e Belize durante os duzentos e poucos anos que seguiram as visitas de Cristo ao povo das terras do sul, entretanto nos é dito que o povo durante essa época não eram conhecidos como “nefitas” e “lamanitas”: “Não havia ladrões lamanitas nem qualquer espécie de itas, mas eram um, os filhos de Cristo e herdeiros do reino de Deus.” (4 Néfi 1:17).


Não vejo razão de porque a escritura não inclui o povo maia vivendo na área de floresta das planícies de Peten e Belize. O senso comum me diz que intensos esforços missionários devem ter sido empregados naquele território durante o primeiro e o segundo séculos depois de Cristo.


Lamentavelmente, O Livro de Mórmon é notadamente silente a respeito das interações entre os maias que viviam no território das planícies maias e os maias que viviam em outras partes da terra do sul, especialmente as visitas de Cristo à terra do sul. Portanto, da perspectiva de O Livro de Mórmon, o que não sabemos a respeito das Planícies Maias durante o primeiro e segundo séculos depois de Cristo pode ser mais importante do aquilo que nós sabemos.


Eu prefiro acreditar e confiar no que O Livro de Mórmon me diz a respeito dos acontecimentos do primeiro século antes de Cristo envolvendo os nefitas e os lamanitas no território das Planícies Maias do que tentar argumentar que os maias desse território nunca permitiriam que os nefitas impactassem o povo maia das Planícies, inclusive aqueles que viviam ao longo de toda a costa leste de Belize.


Encorajo todos os leitores a fazerem contato.

Ted Dee Stoddard - tmstod@comcast.net
Fonte URL: http://www.bmaf.org/node/470