NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

ARQUEOLOGIA - Escrita Em Placa de Pedra Pode Ser a Mais Antiga das Américas

JOHN NOBLE WILFORD
 The New York Times – Setembro/2006

Tradutor: Elson C. Ferreira – Curitiba/Brasil – Janeiro/2011

Esta placa possui inscrições e foi datada do começo do primeiro milênio antes de Cristo, escrita com caracteres até agora desconhecidos que podem representar o primeiro sistema de escrita do Novo Mundo. O arqueólogo Stephen D. Houston, da Brown University disse que esta descoberta ajuda a “ligar a civilização Olmeca à literatura, documenta um insuspeitável sistema de escrita e revela uma nova complexidade da civilização Olmeca."[1]

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

HISTÓRIA - O Códice de Paris ou Peresiano

Fenrir

História

Por incrível que pareça, o Códice de Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, “Peres” e “Tzeltal. Ao fazer uma busca nos registros, descobriu-se que o manuscrito havia chegado na biblioteca por volta do ano de 1832, talvez antes.