NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

ARQUEOLOGIA - O Lugar Chamado "Nahom".

Principal fonte: Widipedia, a enciclopédia livre

Tradutor: Elson C. Ferreira - Curitiba/Brasil - Outurbo/2010

Nahom* é um lugar mencionado no Livro de Mórmon como uma das paradas do segmento da Trilha de Leí no Velho Mundo. Esse local é conhecido como o lugar onde Ismael foi sepultado. 

“E aconteceu que Ismael morreu e foi enterrado no lugar chamado Naom.” (1 Néfi 16:34)

Foi também a localização onde a direção da jornada de Leí mudou do sul para o leste antes de continuar rumo ao litoral e à terra de Abundância. (*O nome NAHON aparece aqui com grafia diferente daquela que aparece no Livro de Mórmon não apenas em respeito à grafia original da palavra mas também por questões técnicas de linguística. O Tradutor.)
“E aconteceu que reiniciamos a jornada pelo deserto e, dali em diante, viajamos na direção aproximada do leste. E viajamos e passamos por muitas aflições no deserto; e nossas mulheres tiveram filhos no deserto.(1 Néfi 17:1)  (Ver Arqueologia e O Livro de Mórmon.)

Alguns arqueólogos SUD acreditam que localizaram o lugar  Nahom como colônia e área tribal conhecida antigamente e ainda hoje como NHM. Críticos têm dúvida quanto à ligação entre Nahom and NHM, além de terem outras críticas a esse respeito.

Nahom no Livro de Mórmon

Em 1 Néfi 16, Leí recebe a Liahona e seu grupo parte para o Vale de Lemuel. Depois de viajar por quatro dias “na direção aproximada sul-sudeste” eles montaram acampamento no lugar que eles chamaram “Sazer”. Eles continuaram a viajar na “mesma direção” por “muitos dias” tendo a Liahona como guia. Nos vercículos 34 e 35 lemos:


“E aconteceu que Ismael morreu e foi enterrado no lugar chamado Naom. E aconteceu que as filhas de Ismael choraram muito a perda de seu pai e suas aflições no deserto; e murmuraram contra meu pai por havê-las tirado da terra de Jerusalém, dizendo: Nosso pai está morto; sim, e temos vagado muito pelo deserto e temos sofrido muitas aflições, fome, sede e cansaço; e depois de todos estes sofrimentos, vamos certamente perecer de fome no deserto.”

No próximos quatro versículos, os dissidentes conspiram para matar Leí e Néfi, mas a ameaça não se realiza. O próximo vercículo relata que o grupo de Leí retoma sua jornada e muda a direção de sua viagem para “a direção aproximada do leste”. (1 Néfi 17: 1)
O lugar mostrado aqui fica na área geral onde o grupo de Leí viajou e por muitos anos tem tido variações do nome Nahom associado a ele.
Nahom na arqueologia


Estudiosos propõem uma localização específica para Nahom baseados em evidências arqueológicas, que substitui as especulações. Outros dão razões lingïísticas pelas quais a localização proposta não coincide com as descrições dadas para Nahon no Livro de Mórmon.

Antiga trilhas do franquincenso

Alguns estudiosos acreditam que o grupo de Leí seguiu a antiga Trilha do Franquincenso na parte norte do Iêmen durante a parte inicial de sua jornada (Reynolds 1997).[1] A localização de NHM fica perto da principal junção dessas antigas trilhas no ponto onde elas desviam para o leste.[2] De acordo com O Livro de Mórmon, antes de sua chegada em Nahom, os viajantes haviam seguido na direção “sul-sudeste” (1 Néfi 16:13). O Livro de Mórmon declara que foi nesse local que os viajantes fizeram uma mudança significativa de direção, para o leste, antes de continuarem sua jornada em direção ao litoral.[3] A localização de NHM e a mudança de direção para leste tem sido usada pelos estudiosos para ajudá-los a determinar uma localização plausível para a localização costeira mencionada por Néfi como a terra de Abundância.

Possíveis localizações para a Terra de Abundância


Proposta localização para Nahom

Em 1976, foi originalmente especulado por Lynn M. Hilton que Nahom poderia estar relacionada com a localização da vila de Al Qunfudhah, na Arábia Saudita (Hilton & Hilton 1976). Em 1978, Ross T. Christensen observou a existência de uma localidade no Iêmen chamado "Nehhm" num antigo mapa produzido por Carsten Niebuhr como resultado de uma expedição científica enciada pelo Rei Frederick V, da Dinamarca (Christensen 1978, p. 73). Depois de fazer extensas pesquisas durante vários anos num local do Iêmen, a localização de Nahom foi associada com um lugar e nome tribal NHM (usualmente vocalizado como NIHM, NEHEM ou NAHM) por Warren e Michaela Aston em 1994 (Aston & Aston 1994). Estudiosos SUD agora consideram que o local e a área tribal de NHM no vale de Jawf, no Iêmen, é o único local palusível para o local referido como Nahom no Livro de Mórmon.


Os estudiosos consideram que NHM seja um dos locais na Península Arábica que acreditam confirmar a historicidade do Livro de Mórmon no Velho Mundo (Givens 2002, pp. 120–21). Terryl Givens declara que a descoberta dos altares “pode-se dizer que se constitui na primeira evidência arqueológica real para a historicidade do Livro de Mórmon”. Esta conclusão é baseada sobre evidências arqueológicas e inscrições recentemente encontradas em altares num local específico no Iêmen que parecem se relacionar com o "lugar chamado Nahom" descrito no livro de 1 Néfi (Aston 2001, pp. 56–61),(Brown 1999, pp. 66–67). Nahom é um dos bem poucos locais mencionados no texto do Livro de Mórmon informa ter sido nomeado antes de ser encontrado pelos viajantes lehitas, em contraste aplicação normal de Leí da prática no Oriente Médio de dar nomes aos locais segundo os nomes de membros da família. (Givens 2002, p. 120).

Embora a real localização de NHM só seja plausível quando comparada com a  suposta rota da caravana de Leí, sua mudança de direção na Península Arábica, a época de aproximadamente 600 a.C combina com os dados arqueológicos , e o antigo cemitério encontrado ali, um autor não-SUD sugeriu uma razão válida de porque Nahom e NHM pode não representar o mesmo local: a pronúncia de NHM é desconhecida (Vogel & 2004, p. 609).

Altares

O Templo de Bar'an em Marib, a 110 km a leste de  San'a no Iêmen,foi escavado por uma equipe de arqueólogos alemães liderada por Burkhard Vogt. Antes da escavação começar, tudo o que era visível em Bar'an eram seis colunas se projetando acima da areia. A estrutura do templo e muitos altares foram considerados bem preservados pela areia e pelo clima seco do deserto  (Aston 2001). Um dos artefatos encontrados nesse local foi uma inscrição num altar que foi datado do sétimo ou sexto século antes de Cristo. De acordo com a inscrição, o altar foi doado ao templo por "Bi‘athtar, filho de  Sawad, filho de Naw‘an, o Nihmita" (Brown 1999). O primeiro altar descoberto foi removido do seu local em Bar'an e colocado numa exposição etinerante que começou uma expedição para a Europa em Outubro de 1997. Desde então, dois outros altares contendo a mesma inscrição e mencionando NHM foram identificados no local do mesmo templo. (Aston 2001).

Cada um dos altares foi construído em pedra calcárea sólida. Todos os três contêm uma inscrição dedicatória esculpida nos seus quatro lados numa escrota da o sul da Arábia daquele período, e cada um leva o nome do doador: Bi'athar (Aston 2001). O primeiro altar foi datado entre o sétimo e o sexto século antes de Cristo pelo pesquisador francês Christian Robin (Robin 1997, p. 144). Já que Naw'um, da tribo de Nihm, era o avô de Bi'athar, é estimado que o nome tribal de  Nihm deve ser den no mínimo, duas gerações mais velho que os próprios altares (Aston 2001).


Significado do nome NHM

No idioma hebreu as vogais são pronunciadas mas não são escritas.[4] , portanto, radicais nas linguagens semíticas escritas, tais como o hebraico e o arábico, somente utilizam consoantes. (Roper 1997, pp. 87–145).[5] Algumas das variantes baseadas no radical semítico NHM encontrado em testos arábicos e hebreus são Nahum, Naham, Nihm, Nehem e Nahm (Reynolds 1997, p. 380). Esse radical NHM tem diferentes significados. No sul da Arábia ele está relacionado a uma pedra cortante. O radical hebreu é encontrado repetidamente na Bíblia relacionado a tristeza, consolo e lamentação. (Damrosch 1987, pp. 128–29).[6] Os estudiosos consideram esse radical apropriado quando usado para se referir a um local de sepultamentos e expressões de lamento e luto. (Goff, Sorenson & Thorne 1991, pp. 92–9). Esta teoria é corroborada por uma enorme área de antigas tumbas em 'Alam, Ruwayk, e Jidran, a quase 40 km a norte de Marib que foram examinadas pela equipe franacesa aproximadamente no mesmo tempo em que as escavações em Bar'an foram completadas. Este complexo funerário é a maior área de sepultmentos já conhecido na Arábia. (Aston 2001).


Antigas referências a NHM

O nome NHM denota tanto uma região tribal quanto uma localização na parte leste da Arábia (Brown 2001). Em 1763  o agrimensor e perito em mapas chamado Carsten Niebuhr produziu um mapa que contém um local chamado "Nehhm" na localização aproximadamente a 40 Km a nordeste de Sana’a, a capital do Iêmen (Aston & Aston 1994, p. 5). Em 1792 Robert Heron publicpi i,a tradução em dois volumes do primeiro trabalho de Niebuhr intitulado Niebuhr’s Travels through Arabia and Other Countries in the East Brown 2001.(Viagens de Niebuhr Pela Arábia e Outros Países no Oriente). Niebuhr explicou em seu livro:


"Não tive nenhuma dificuldade em escrever estes nomes; seja pela diversidade de dialetos no país, seja pela indistinta pronúncia daqueles a quem fui obrigado a lhes perguntar.”[7] Niebuhr circula mos limites desta área no mapa; ele cobre uma área em aproximadamente 3,9 Km2. Entretanto não há evidência de que Joseph Smith tenha tido acesso a esses materiais antes da publicação do Livro de Mórmon. Igualmente, não há evidências de que ele ou algum dos membros de sua equipe não tenha tido acesso a essas fontes. (Roper 1997).[8]

Ligação entre Nahom e NHM

Nahom (ou Naon, como foi traduzido na última revisão para o português) é uma das poucas localizações mencionadas no Livro de Mórmon que não foi nomeado por Leí, sugerindo assim que era um nome de lugar pré-existente à sua passagem no local. O Livro de Mórmon declara que Ismael, o patriarca da família que saiu de Jerusalém junto com Leí, foi enterrado “no lugar que era chamado Nahom" (o negrito-itálico é uma tradução livre do inglês, que acentua o fato de que o local já recebera nome, antes de Leí passar por esse local)  ou  (“no lugar chamado Naom”, conforme aparece na última versão do Livro de Mórmon em português, não deixa claro se foi o grupo de Leí que chamou o lugar por esse nome ou se era assim chamado também por outras pessoas). Foi também em Nahom que os viajantes fazem uma significativa mudança de direção em sua viagem, de “sul-sudeste” para “aproximadamente para o leste” [9][10]

Críticas de conexão

Conhecidas crítiicas incluem as seguintes (Vogel 2004, p. 609):

  • O fato de que O Livro de Mórmon não menciona explicitamente contatos com pessoas estranhas durante a jornada do grupo de Leí.
  • É sugerido que não há evidências datamdp NHM antes de 600 d.C.
  • É sugerido que a pronúncia de NHM é desconhecida e pode não estar relacionada a Nahom.
  • Tem sido sugerido que Joseph Smith simplesmente criou o nome Nahom como uma variante bíblica do nome Naham (1 Crôn. 4:19), Nehum (Ne. 7:7) e Nahum (Na. 1:1).
Variantes de vogal e pronúncia

Tem sido dito que a ligação entre Nahom e Nehhm, conforme soletrado no trabalho de Niebuhr, é inválida porque as vogais entre os nomes Nahom e Nehhm não combinam (Tanner & Tanner 1996, p. 183).[11] Alguns indicam que a moderna variação de vogais é esperada porque o hebreu não tem vogais escritas.[4] Diz-se que a pronúncia corrente do local e área tribal deve ser Nihm, Nehem ou Nahm e não Nahom. Um crítico declara que da época do falecimento de Ismael até agora, aproximadamente 2600 anos, não é longo o suficiente para uma mudança na pronúncia (Vogel 2004, p. 609), apesar de que estudiosos indicam que que variação histórica no radical da pronunciação, possivelmente devido a influências árabes, pode ter permitido essa alteração (Barney 2003).[12]

Notas

  1. ^ Reynolds states: "Nibley e outros observam que esta simples relato de viagem combina com o que se conhece atualmente das antigas rotas mercantis antigas por onde se levava franquinsenço de Omã e norte do Iêmen até o mercado mediterrâneo.”
  2. ^ Reynolds, Noel B (1997). "The Authorship of the Book of Mormon" (HTTP). Speeches. Brigham Young University. Retrieved 2007-01-11.
  3. ^ "Nahom and the "Eastward" Turn", Journal of Book of Mormon Studies (Maxwell Institute) 12 (1): pp. 113–114, 2003, retrieved 2006-12-19.
  4. ^ Roper declara: "Nas linguagens semíticas, tais como o hebraico ou arábico, são as consoantes e nãos as vogais que têm valor léxico. As vogais não têm nada a ver com o significado do radical; então faz muito pouca diferença se o nome é pronunciado Nehem, Nehm, Nihm, Nahm, ou Naham — a raiz é a mesma."
  5. ^ Referindo-se ao radical de Naham, Damrosch declara: "Parece vinte e cinco vezes na narrativa da Bíblia, e em cada caso está associado com falecimentos. Em contexto familiar, é aplicado em instâncias envolvendo a morte de um familiar imediato (pais, irmão ou filho);  em âmbito nacional, tem a ver com sobrevivência ou impedimento de extermínio de todo um povo. No “coração”, naham significa “lamentar”, com respeito à morte."
  6. ^ Niebuhr, Travels through Arabia, 1:35.
  7. ^ Roper declara que "nenhuma fonte geográfica americana publicou antes de 1830 menção a algum lugar chamado Nahom, apesar de que sabemos que é um autêntico nome antigo de lugar, que ocorre apenas uma vez numa região, e numa localização consistente com a descrição de Néfi. Joseph Smith não poderia ter aprendido sobre Nahom através de fontes do Século XIX, embora não se exclui a possibilidade de que ele ou algum dos seus conhecidos tenha aprendido sobre este lugar a partir de fontes publicadas fora dos Estados Unidos.
  8. ^ Os Tanners declararam que "apanas três das cinco letras da palavra  Nehhm concordam com a pronúncia de Nahom. A segunda letra em Nehhm é “e” em vez de “a”. e a quarta letra é “h” em vez de “o”. A pronúncia variante de Nehem, Nehm, Nihm, Nahm e Naham, não ajudam realmente a resolver o problema”.
  9. ^ "A  equivalência exata das letras de raíz não podem se asseguradas. É provável que o termo Nahom era pronunciada como a letra hebraica raspada para o nosso “h”  (het ou chet) considerando o nome Nihm, tanto no arábico moderno e no antigo dialeto Sabaeano (ou Sabeu), é pronunciado com um suave e menos audível “h”. Ver Lankester Harding, An Index and Concordance of Pre-Islamic Arabian Names and Inscriptions (Índice e Concordância dos Nomes e Inscrições do Árabe Pré-Islâmic, Toronto: University of Toronto Press, 1971), 81, 602.

Referências

  1. Aston, Warren P.; Aston, Michaela Knoth (1994), In the Footsteps of Lehi: New Evidence for Lehi's Journey across Arabia to Bountiful, Deseret Book Company, ISBN 0-87579-847-0.
  2. Aston, Warren P (2001), "Newly Found Altars from Nahom", Journal of Book of Mormon Studies (Maxwell Institute) 10 (2), retrieved 2006-12-19.
  3. Barney, Kevin L (2003), "A More Responsible Critique", FARMS Review (Provo, Utah: Maxwell Institute) 15 (1): 97–146, retrieved 2007-02-06.
  4. Brown, S.Kent (February 23, 2001), On Nahom/NHM, retrieved 2006-12-21.
  5. Christensen, Ross T (August 1978), "The Place Called Nahom" ([dead link] – Scholar search), Ensign (Church of Jesus Christ of Latter-day Saints), retrieved 2007-01-11.
  6. Damrosch, David (1987), The Narrative Covenant: Transformations of Genre in the Growth of Biblical Literature, San Francisco, CA: Harper and Row,ISBN 0801499348.
  7. Givens, Terryl L (2002), By the Hand of Mormon: The American Scripture That Launched a New World Religion, New York: Oxford University Press, pp. 120–21, ISBN 0-19-513818-X.
  8. Goff, Alan; Sorenson, John L (ed); Thorne, Melvin J (ed) (1991), "Mourning, Consolation, and Repentance at Nahom", Rediscovering the Book of Mormon(Salt Lake City, Utah: Deseret Book Co.), ISBN 0875793878.
  9. Hilton, Lynn M; Hilton, Hope A (October 1976), "In Search of Lehi’s Trail—Part 2: The Journey", Ensign (Church of Jesus Christ of Latter-day Saints): 34–35, retrieved 2007-01-11.
  10. Hilton, Lynn M; Hilton, Hope A (1996), Discovering Lehi: New Evidence of Lehi and Nephi in Arabia, Springville, Utah: Cedar Fort, Inc., ISBN 1-55517-257-1.
  11. Potter, George; Wellington, Richard (2004), Lehi in the Wilderness: 81 New Documented Evidences That the Book of Mormon Is a True History, Springville, Utah: Cedar Fort, Inc., ISBN 1555176410.
  12. Robin, Christian; et al. (1997), Yemen au Pays de la reine de Saba, Paris: Flammarion.
  13. Roper, Matthew (1997), "Unanswered Mormon Scholars", FARMS Review of Books (Provo, Utah: Maxwell Institute) 9 (1).
  14. Sorenson, John; Thorne, Melvin J. (1991), Rediscovering the Book of Mormon, Deseret Book Company, ISBN 0-87579-387-8.
  15. Tanner, Jerald; Tanner, Sandra (1996), Answering Mormon Scholars: A Response to Criticism Raised by Mormon Defenders, Salt Lake City: Utah Lighthouse Ministry.
  16. Vogel, Dan (2004), Joseph Smith: The Making of a Prophet, Signature Books, ISBN 1-56085-179-1.