NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

ARQUEOLOGIA - Panteão Mesoamericano

Dr. M. Wells Jakeman

Tradutor Elson C. Ferreira – Curitiba/Brasil

Por "Panteão Mesoamericano" queremos dizer todos os deuses em que acreditavam os antigos povos civilizados das regiões sul e central do México e norte da América Central.

O entendimento deste panteão é básico para a arqueologia mesoamericana porque a maioria dos mais altos traços culturais desta região é de caráter religioso, tal como a arquitetura dos templos, a arte simbólica, a arte hieroglífica (i.e. "sagrada"), a escrita, seu avançado sistema de calendário, um almanaque sagrado—todos indubitavelmente desenvolvidos pela classe sacerdotal dominante nas cidades-templo ou centros cerimoniais.

O estudo do panteão da Mesoamérica também é importante como teste para as afirmativas d'O Livro de Mórmon de que os primeiros povos civilizados desta região tinham uma religião bíblica.

Comparando as deidades do Livro de Mórmon com as divindades da Mesoamérica antiga, evidenciadas pelas primeiras crônicas e pela arqueologia, de fato descobrimos uma quantidade de correspondências.
A mais impressionante de todas está entre Yahweh ou Jeová, o Deus da Vida e da Chuva dos povos do Livro de Mórmon e Itzamna-Chac, das planícies Maias, ou Quetzalcoatl-Tlaloc (altiplanos centrais do México), Deus da Vida e da Chuva da antiga Mesoamérica, de acordo com as crônicas e com a arqueologia.

Dezoito diferentes aspectos de Yahweh ou Jehová são demonstrados, que são duplicados perfeitamente em Itzamna-Chac ou Quetzalcoaltl-Tlaloc. Isto nos leva a fazermos as seguintes conclusões:

 (1) Há muitas semelhanças para que elas sejam consideradas acidentais. Conseqüentemente, elas praticamente estabelecem a religião do Livro de Mórmon e o panteão como a primeira religião na Mesoamérica.

 (2) Evidências tiradas das crônicas e da arqueologia indicam a paganização do último período pós-Lamanita ou pós-Livro de Mórmon, apesar de que as deidades do Livro de Mórmon permaneceram supremas:

a. Aspectos do Deus Vivo foram personificados como deidades parcialmente separadas.
b. Alguns "ídolos" foram acrescentados, identificáveis com certos “deuses" do Oriente Médio e com os povos do Livro de Mórmon.

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