NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

HISTÓRIA - Fontes Históricas Anteriores a 1830 Relativas ao Livro de Mórmon




David A. Palmer


Tradutor Elson Carlos Ferreira – Curitiba/Brasil – Set/2005

O Livro de Mórmon contém um interessante registro histórico e religioso que cobre o período desde 2000 a.C até 400 a.C. Reconstrução interna da geografia do Livro de Mórmon mostra que eventos específicos mencionados no livro provavelmente tiveram lugar naquelas partes do México e da Guatemala conhecida como Mesoamérica. Foi também na Mesoamérica que muitas grandes civilizações americanas floresceram.


Registros foram guardados pelos povos destas civilizações, além do livro traduzido por Joseph Smith, e alguns dos detratores do Profeta declaram que ele teve acesso àqueles registros e “era familiarizado com o estado avançado das civilizações nativas das Américas Central e do Sul, bem como com as relíquias dos primeiros habitantes do oeste de Nova York por causa dos muitos livros disponíveis a respeito destes tópicos"2 ainda afirmar  que o Livro de Mórmon é simplesmente uma fantariosa reescrita de material já disponível. Tendo sido levantada esta questão, é instrutivo dar uma olhada no que existia de informação substancial e autêntica a respeito da história Mesoamericana anterior ao ano 400 a.C.  No oeste de Nova York em 1829.
Um dos maiores historiadores mexicanos foi o nobre índio Fernando de Alva Ixtlilxchitl. Ele conheceu as lendas indígenas e possuía muitos livros pintados (códices) whichserved como uma ajuda mnemótica na preservação de tradição oral. Treinado na língua espanhola pelos sacerdotes católicos e ajudado pelos mais confiáveis nativos que ele pode encontrar, ele tentou compilar a história do México desde seu princípio até a Conquista Espanhola. 3 Cópias dos manuscritos originais eram disponíveis aos primeiros historiadores mexicanos. A primeira publicação como sempre, foi a caríssima edição de Kingsborough impressa em de Londres de 1831 .Em 1839 o livro ainda era disponível aos estudantes americanos. Outras edições mais acessíveis foram publicadas em espanhól desde então.5
Siguenza y Gongora (1645-1700) é praticamente uma figura esquecida entre os historiadores mexicanos, a despeito de seus grandes esforços em preservar a história mexicana. Ele despendeu uma fortuna coletando manuscritos e antigos códices incluindo os de Ixtlilxochitl. Ele escreveu um grande deal da antiga história mexicana, incluindo uma preaching do Deus da Vida, Quetzalcoatl. Quando ele morreu, entretanto, seus manuscritos foram perdidos pelos seus herdeiros antes de serm publicados.6   O historiador Mariano Veytia diz, "Na sua morte, pareceu como se um ataque de surpresa sobre seus documentos  houvesse soado, e cada um tomou posse do que podia”7
Uns poucos anos mais tarde nenhum traço podia ser encontrado dos seus manuscritos sobre QuetzalcoatI, intitulados de "Fenix del Ocidente."
Lorenzo Boturini Be naduci (1702-1750) foi um nobre italiano que despendeu oito anos no México. Seua amizade com os índios permitiu-lhe reunir uma grande coleção de códices e outros materiais, mas porque ele tomou uma coleção pública para uma cerimônia de coroação  para a Virgem de Guadalupe sem permissão do Concelho dos Índios, os cléricos impounded seu museu e colocaram-no na prisão. Mais tarde ele foi colocado num navio para a Espanha e foi afortunado em chegar vivo, porque o navio foi capturado pelos piratas bretões.
Quase no ano de 1746 foi-lhe dado permissão para publicar, mas nunca lhe foi dado acesso aos seus próprios materiais durante o tempo em que escreveu o livro. Algumas referências aos escritos de  Ixtlilxochitl que haviam estado em sua biblioteca, vieram da sua memória. Seu livro tem muitos erros e não tem atraído muita atenção. Ele é bem raro atualmente, e aparentemente não tem sido reimpresso em espanhol ou traduzido para o inglês.  8
Francisco Javier Clavijero (1731-1787) foi o historiador mexicano de mais sucesso em termos de publicações. Ele nasceu em Veracruz, México, e como monge católico aprendeu Nahuatl, Otomi, e Mixteca, as linguagens nativas mexicanas. Ele teve acesso à biblioteca de Sigiienza y Gongora, assim estava bem inconformado quanto aos manuscritos de Ixtlilxochitl. Ele foi para a Itália em 1767 e fez seus escritos em Bolonha. Seus trabalhos foram traduzidos do espanhol para publicações em italiano e compende a primeira  história completa do México. Subsequentemente ele tem sido reimpresso em muitas edições. De principal interesse são as edições em inglês. Estas foram impressas em Londres em 1887, em Richmond, Virginia em 1806, e na Filadélfia em 1817.9  Este livro menciona um eclipse no ano de 334 A.D., mas fora o que Clavijero escolheu para ignorar o período coberto pelo Livro de Mórmon, preferindo em vez disso concentrar-se na flora, fauna, costumes e história, mesmo apesar de que ele tinha informação sobre a the early history disponível e ele.
Uma das mais importantes histórias do México foi escrita por Mariano Veytia. Nascido em Puebla, México em 1720, ele passou o bar exam na idade de 17 anos e foi enviado para a Espanha, onde estabeleceu alguns negócios de sucesso na corte do rei. Durante sua estadia na Espanha ele fez uma rápida amizade com Boturini, o qual lhe deu considerável instrução a respeito da história americana. Depois de servir como mayor of Ona por três anos, ele decidiu viajar pela Europa visitando as cortes reais. Em todas essas viagens ele despendeu tempo estudando antigos artefatos e a história. Depois que seus pais morreram ele retornou a Puebla e serviu como o principal confidente do rei da Espanha na América. 

Em virtude de seu prestígio pessoal e influência, ele teve acesso a praticamente todos os manuscritos sobre qualquer assunto disponível no México. Sua mais importante aquisição foi o museu de Boturini, que continha os escritos de Ixtlilxochitl em forma manuscrita, bem como muitos códices, antigos mapas e outras antiguidades. Alguns destes têm estado perdidos desde aquele tempo. Apesar de Clavijero and Veytia escreveram a respeito daquele tempo, aparentemente eles nunca encontrara, e infelizmente nunca foram capazes de comparar as notas.
Veytia escolhei, ao contrário de Clavijero, dar substancial ênfase aos primeiros períodos da história mexicana. Ele auxiliou-se pesadamente nos manuscritos de Ixtlilxochitl, corrigindo os erros de  Ixtlilxochitl ao converter datas Astecas aos seus equivalentes cristãos, e usou outras fontes primárias, algumas das quais já foram perdidas ou destruídas. Algumas correspondências entre a história de Vehytia e o Livro de Mórmon inclui a notícia de um dilúvio universal, do sól permanecendo por um dia inteiro, calamidades durante o tempo dos jareditas,  uma mudança no calendário, viajens através do mar, um eclipse, grandes terremotos no ano de 34 A.D., e o aparecimento de um deus branco e barbadoand pouco tempo depois. Depois da morte deVeytia em 1788, seus manuscritos foram ignorados por quase 32 anos. Em 1820 um homem chamado Orteada decidiu publicá-lo, mas unnamed difficulties prevented his doing so until 1836.10 Ele não foi publicado até 1944.11
Retornando por um momento ao tempo dos primeiros historiadores, devemos mencionar o Frei Bernardino de Sahagun (1500-1590), um dos verdadeiramente grandes cronistas do México. Seus trabalhos são um monumenot a uma vida devotada aos estudo dos nativos a quem ele foi chamado a ensinar.  Ele nasceu na Espanha, estudou na Universidade de Salamanca e chegou ao México no ano de 1529. Onde quer que tenha ido, encontrou nativos aqueles que eram mais bem instruídos – aqueles que sabiam a linguagem nahuatl, o idioma espanhól e o latim – e trabalhou com eles na documentação de sua história, cultura e etnografia geral, frequentemente, combinando códices com tradições orais. Dois códices que foram preservados desta maneira foram os Códices Matritense e Florentino.
O trabalho de Sahagun foi revisado por sacerdotes, mas apesar de eles o considerarem excelente,  decidiram que era contrário aos seus votos de pobreza contratar escribas para copiá-lo – não obstante o fato de que ele havia se tornado velho e suas mãos tremiam tanto que ele não podia fazê-lo por si mesmo. Um dos seus superiores espalhou partes de sua única cópia pela província, mas um amigo reuniu-os e os devolveu por volta do ano de 1573. Em 1575 uma alta autoridade deu a Sahagun a assistência necessária e uma cópia foi feita, mas em 1578 um corpo aquisicional, o Conselho das Índias ouviu que Sahagun havia preservado tradições idólatras, de modo que ordenaram-no a entregar todas as cópias de seu livro para serem queimadas. Aparentemente ele tinha uma cópia escondida porque em 1585 ele refez seu trabalho. Após sua morte o manuscrito permaneceu escondido até sua primeira publicação em espanhol que aconteceu em 1830.12
A primeira edição em inglês, que compreendia apenas quatro dos doze livros, foi publicada em 1932.13
O texto do Código Florentino desde então tem sido traduzido do idioma asteca diretamente para o inglês.14
O sacerdote espanhol Juan de Torquemada (1557-1624) foi um dos poucos cronistas a ver sua história impressa, uma histórica que merece nossa atenção porque ele menciona travessias dos mares por diferentes grupos de colonizadores. O trabalho de Torquemada foi amaldiçoado porque  apresenta  uma impopular visão dos indígenas como um povo de cultura em vez de selvagens, por isso ele foi praticamente ignorado até este século.
A primeira edição,15 publicada em 1615, sofreu imediata scarcity quando um navio afundou com a maioria das cópias. No começo do Século XVIII somente três cópias podiam ser encontradas na Espanha. Outra cópia foi encontrada no México, e eu examinei uma cópia da primeira edição na Biblioteca de Newberry Library, Chicago. Houve uma segunda edição publicada em Madri  no ano de 1723 que também se tornou um livro muito raro.I6  A única reimpressão aconteceu neste século, e nunca foi publicada em inglês. [Alexander Humboldt foi um homem de prestígio que viajou através do México escrevendo a respeito das características físicas do país. Ele fez mapas, mediu altitudes e compilou dados etnográficos. O aprendizado da história antiga do país para ele foi incidental, mas descreveu as pirâmides de Cholula com algum detalhe e mencionou que algumas formas de governo teocrático era conhecido na América do Sul. Ele  teve conhecimento dos códices porque viu remanescentes da  coleção de Boturin.
Seu livro foi publicado na língua inglesa em Nova York no ano de 1811. Com respeito à história, ele diz: Os toltecas chegaram primeiro, no ano de 648 A.D... [Eles] introduziram o cultivo de milho e algodão; construíam cidades, faziam estradas e erigiram aquelas grandes pirâmides que são tão admiradas, cujas faces são muito precisamente laid out. Eles conheciam o uso de pinturas hieroglíficas, podiam trabalhar metais e cortar pedra. Eles tinham um ano solar mais perfeito do que os gregos e romanos. 17
Esta foi a primeira história mencionada por Humboldt, mas isto nem mesmo começou até mais de dois séculos depois que ter sido encerrada a história do Livro de Mórmon.
Outro aspecto significativo do livro de Humboldt são suas referências a Quetzalcoatl, o deus serpente, a que, ele datou ao período subseqüente ao aparecimento dos Toltecas.
Escritores mórmons têm feito uma ligação parcial entre Quetzalcoatl e Jesus Cristo por causa das referências no Livro de Mórmon ao uso da serpente como um dos símbolos do Salvador (2 Néfi 25: 20; Helamãn 8: 13-15). Se Humboldt estiver certo ao datar Quetzalcoatl na história mexicana , então como podem ser reconciliadas as referências do Livro de Mórmon (e até mesmo bíblicas, Números 21:5-9 e João 3: 14) fazendo a  conexão entre Cristo e a serpente? Pesquisadores modernos têm mostrado que houveram pelo menos duas figuras históricas chamadas de Quetzalcoatl, e Humboldt estava se referindo àquele que viveu mais tarde.18
A visita de Jesus Cristo à América é o evento central do Livro de Mórmon, entretanto documentos históricos disponíveis antes de 1830 não tratam desta visita. Se o trabalho de Siguenza e Gongora ou os escritos de Ixtlilxochitl estivessem disponíveis,  a situação teria sido diferente. Mesmo que Joseph Smith tivesse lido o livro de Humboldt ou citações a respeito dele, ele não teria evidências de nada anything bearing on a visitação por Cristo. No entanto, é interessante que pesquisas modernas dão crédito àquele evento.
John L. Stephens que descobriu as ruínas Maias em 1839, lamentou tivesse sido necessária a morte de escritores historiadores para que under- stand as cidades que ele descobriu. Ele disse: Por todo o país os conventos são ricos em manuscritos e documentos escritos pelos primeiros pais, cacique e indígenas que muito cedo alcançaram conhecimento quanto à Espanha e a arte de escrever. Estes nunca foram examinados com a   slightest referência ao assunto; e eu  I cannot help tpensando dque algum memorial precioso está agora mouldering na biblioteca de algum convento vizinho, que determinaria a história de alguma destas cidades arruinadas...19
O que levou Stephens a esta frustração foi o fato de que todos os estudos acima mencionados estiveram indisponíveis, até mesmo a um homem da sua estatura social. 

Além disso, a história Maia esteve perto de nunca chegar a ser disponível como resultado da queima de registros nativos pelos sacerdotes espanhois,  entretanto, depois do espírito inquisitorial ter diminuído, houve um número de documentos escritos por nativos em sua próprias linguagens em European script, que foram descobertos anos mais tarde. Nenhum destes foi publicado antes de 1830. Praticamente todos esses documentos são de interesse dos estudiosos do Livro de Mórmon por causa das referências à Criação, a um globo sagrado, (Liahona?), a e migrações através do mar. Há também um extensivo tratamento de costumes religiosos.
O Popul Vuh foi inicialmente publicado em espanhól em 1857 e em inglês em 1950.20
Memoriai de Solola e Titulo de los Senores de Totonicapan  foram publicados em 1885, e Papel del Origen de los Senores em 1950.21
 Há também uma quantidade dos assim chamados Livros de Chilam Balam,22  o primeiro dos quais foi publicado em 1822. Os registros de Gaspar Antonio Chi só recentemente foi traduzido e publicado,23 e os trabalhos do cronista Diego de Landa (1524- 1579) foi publicado pela primeira vez em francês em 1864 e em inglês em 1937.24
Apesar de haver uma quantidade de romances e outros menos confiáveis livros a respeito dos  nativos da América do Norte disponíveis antes do ano de 1830 nos Estados Unidos, a América do Norte parece ter tido nenhuma conexão com a  área descrita nos registros do Livro de Mórmon. As únicas fontes com autoridade, disponível na Mesoamérica, onde aparentemente a história do Livro de Mórmon foi envolvida, está no trabalho de Clavijero intitulado Ancient History of Mexico (História Antiga do México) e na obra de Humboldt, chamada Political Essay on the Kingdom of New Spain (Essay Polícito no Reino da Nova Espanha). Nenhum deles trata significativamente ou mais extensamente do período anterior ao ano 400 A.D.. O ano de 1830 foi o ponto de virada nos estudos Mesoamericanos however, as it saw a publicação do Livro de Mórmon em inglês e o trabalho de Sahagun em espanhól. Pouco depois foram publicados os trabalhos de de Veytia intitulada Historia Antigua, relatório de Stephens sobre suas explorações das ruínas Maias, e os escritos de Ixtlilxochitl.
David Palmer, já falelcido, foi o mais antigo membro e ocasional pesquisador da Divisão de Pesquisa Escriturística da AAF SEHA.
lJesse N. Washburn. and Jesse A. Washburn, An Approach to the Study. of Book of Mormon Geography (Provo, Utah: New Era Publishing, 1939). Veja também a mais recente trabalhos de  John L. Sorenson and V. Garth Norman, ainda não publicados que dão correlações específicas a respeito da geografia do Livro de Mórmon.
2Hal Hougey, Archaeologv and the Book of Mormon (Concord, Calif.: PacificPublishing, n. d.), pp. 8-9.
3Há tantas aparentes correspondências entre as primeiras eras desta história com o o registro do Livro de Mórmon, que um livro inteiro foi devotado à sua documentação. Veja Milton R. Hunter e T. S. Ferguson, Ancient America and the Book of Mormon (Oakland, Calif.: Kolob Book, 1950).
4Edward King, viscount Kingsborough, Antiquities of Mexico (London: James Moyes, 1831-48).
5Alfredo Chavero, ed., Obras Historicas de Don Fernando de Alva Ixtlilxochitl (Mexico: Oficina de la Secretaria de Fomento, 1891).
6Irving A. Leonard, Don Callos de Sigjienza y Gongora (Berkeley , Calif.: University of California Press, 1929).
7Mariano Veytia, Historia Antigua de Mexico (Mexico: Juan Ojeda, 1836), p. 190.
8Lorenzo Boturini Benaduci, Idea de Una Nueva Historia General de 1a AmericaSeptentrional (Madrid: Juan de Zuniga, 1746).
9Francisco Javier Clavijero, Ancient History of Mexico (Philadelphia : Thomas Dobson, 1817
10Veytia, Historia Antigua.
11Mariano Veytia, Historia Antigua de Mexico (Mexico D. F.: Editorial Leyenda [ S.A., 1944).
12Bernardino de Sahagun, Historia General de las Cosas de Nueva Espana, Bustamenteed. (Mexico: A. Valdes, 1829-30).
13Bernardino de Sahagun, A History of Ancient Mexico, trans. F. R. Bandelier (Nashville : Fisk University Press, 1932).
14Bernardino de Sahagun, General History of the Things of New Spain, Florentine Codex, traduzido do asteca para o inglês por  J. O. Anderson and C. E. Dibble (Santa Fe: Monographs of the School of American Research, 1952).
15Juan de Torquemada, Monarquia Indiana, 3 vols.[Message clipped]
 Copyright © 1999-2002 Ancient America FoundationReimpresso pela “Society For Early Historic Archaeology From Brigham Young University Studies” (Sociedade Para Arqueologia Pré-Histórica dos Estudos da Universidade de Brigham Young) Vol. 17, Autumn 1976, Number 1.