NOSSA MISSÃO

Divulga artigos de pesquisas científicas escritos por cientistas e pesquisadores SUD.s e não SUD.s, profissionais e amadores, a respeito da arqueologia, antropologia, geografia, sociologia, cronologia, história, linguística, genética e outras ciências relacionadas à cultura de “O Livro de Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo”, uma das quatro obras padrão de “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

O Livro de Mórmon conta a história dos descendentes do povo de Leí, (profeta da casa de Manassés), que saiu de Jerusalém no ano 600 a.C. (pouco antes do Cativeiro Babilônico) e viajou durante 8 anos pelo deserto da Arábia às margens do Mar Vermelho, até chegar na América (após 2 anos de navegação), desembarcando provavelmente em algum lugar da Mesoamérica (região que inclui o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua e parte de Costa Rica), mais precisamente a região vizinha à cidade de Izapa, no sul do México, onde, presumem os estudiosos, tenha sido o local de assentamento da primeira povoação desses colonizadores hebreus .

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

ARQUEOLOGIA - Queimadores de Incenso e Pedras Videntes no Velho e no Novo Mundo

John L. Sorenson
UAS Newsletter #21 2 July 1954 - www.ancientamerica.org


Tradutor Elson C Ferreira – Curitiba/PR – Agosto/2004

Nova Evidência da Migração de Povos Bíblicos 


Para o Novo Mundo

Entre as muitas evidências de antigos contatos entre a Mesoamérica e o Oriente Próximo que estão vindo à luz através de pesquisas atuais, uma das mais impressionantes diz respeito ao uso do incenso.
No Oriente Médio, em tempos antigos, o incenso era usado cerimonialmente, provavelmente em grande parte do que em qualquer parte do mundo, exceto na Mesoamérica.


A importância da queima do incenso em rituais hebreus é clara no Velho Testamento. Numa análise das idéias e práticas destas duas áreas tão separadas, o Oriente Médio e a Mesoamérica, demonstram muitos paralelos. Alguns desses paralelos são: uso em ritos templários periódicos, uso em objetos sagrados e oficiais, em adivinhações, em cerimônias de renovação do Ano Novo, em acompanhamento de sacrifícios, etc. Em ambas as áreas, a fumaça ascendente simbolizava a oração subindo ao céu. Outros detalhes de conceito e prática são igualmente impressionantes.

Confirmando estes paralelos está a semelhança nos próprios incensários. Numerosos detalhes específicos ligam aqueles achados aos lugares montanhosos da Guatemala, com um tipo muito comum no Oriente Médio há quase 3.000 anos atras. Muito significativo é o fato de que a semelhança é mais forte nos exemplos mais recentes já encontrados na Guatemala, datando talvez de 500 a.C. enquanto que alguns tipos mais fortes nos primeiros exemplos já encontrados na in Guatemala, datando de, talvez, 500 BC, enquanto que o mesmo tipo comum já tinha tido uma longa história no Oriente Médio até então e caiu em desuso logo depois.

Os complexos paralelos em idéias, práticas e instrumentos envolvendo o incenso em práticas religiosas tanto no Oriente Médio quanto na Guatemala parece que só pode ser explicado sobre o fundamento de um movimento de pessoas da área mais antiga para a outra.

Evidência adicional de tal conexão parece ser o uso do oráculo ou da pedra “vidente” pelos povos da antiga e mesmo da Mesoamérica moderna, especialmente em Yucatan e na Guatemala. O Urim e Tumim dos israelitas era somente um exemplo do largo uso de tais pedras no Velho Mundo para predizer o futuro. Um certo registro tradicional do México antido sugere que um grupo colonizador chegou ali pelo mar num passado distante, guiados divinamente por meio de uma pedra sagrada.